Escola de governo brasileira oferece curso em parceria com Universidade americana

Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, divulgou a abertura do período de inscrição para participação na 6.ª edição do Ciclo Internacional de Desenvolvimento de Executivos da Administração Pública Federal. Os postulantes têm até o dia 15 de janeiro de 2018 para demonstrar seu interesse e tentar garantir uma das vagas no evento.

O projeto resulta de uma parceria da instituição brasileira com a Universidade de Harvard, que disponibiliza meios e pessoal através da prestigiosa John F. Kennedy School of Government, sua escola para formação e aperfeiçoamento de altos executivos.

Destinado a atender as necessidades dos escalões mais elevados do Serviço Público, o programa organiza suas atividades de modo a privilegiar questões relacionadas à gestão de organizações com perfil de atuação complexo e diversificado, que exigem de seus dirigentes a tomada de decisões inovadoras em cenários dinâmicos.

Durante o ciclo de atividades, os participantes cumprirão carga horária em sessões de estudo presencial tanto no campus da ENAP, em Brasília – DF, quanto em Cambridge – MA (EUA), onde funciona a John F. Kennedy School of Government.

Como trabalho individual e obrigatório a ser apresentado no final do Programa, cada participante deverá selecionar um desafio crítico real da Organização à qual esteja vinculado, a fim de colocar em prática um plano de trabalho que enfrente o problema com vistas a eliminar ou mitigar seu potencial de geração de danos.

A metodologia usada com bastante êxito nos ciclos anteriores deve ser repetida. Trata-se da utilização de dinâmicas que privilegiam o trabalho em equipe, valorizam as discussões em grupo e incentivam as decisões tomadas de modo colegiado.

Podem se candidatar Servidores Públicos com ou sem vínculo permanente com a Administração Pública de qualquer uma das três esferas de governo – federal, estadual e municipal –, desde que ocupem cargos de alta gerência em um dos Três Poderes, incluindo autarquias, fundações, agências e empresas públicas ou de economia mista.

A concorrência para estar entre os selecionados costuma ser bastante acirrada, o que significa que os interessados precisam agir rápido, se não quiserem perder a oportunidade.

 

Michel Terpins e Beco Andreotti vencem o Campeonato Brasileiro Cross Country

Mesmo com dificuldades durante o segundo dia de prova do Rally Rota Sudeste a dupla Michel Terpins e Beco Andreotti conquistou o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country.

Os dois fazem parte da equipe Bull Sertões Rally Team e conseguiram se sagrar campeões da competição mesmo com o carro apresentando problemas que fizeram abandonar o segundo dia de prova. O T-Rex teve falhas no câmbio, fazendo com que somente a primeira marcha fosse acionada, algo insuficiente para pilotar.

“Tivemos esse problema e fiquei apenas com a primeira marcha e, não tive escolha, não dava para continuar e abandonamos a prova”, disse o piloto da Bull Sertões Rally Team, Michel Terpins, que completou dizendo que foi um rally bacana, com um percurso que o agradou bastante.

A pontuação da dupla, que venceu o primeiro dia de provas, disputado no sábado 11 de novembro, foi suficiente para garantir o primeiro título da dupla na categoria Protótipos T1. Terpins também foi campeão do Rally dos Sertões, contudo seu navegador na competição foi Maykel Justo. “Ser campeão do Rally dos Sertões e campeão brasileiro na categoria, no mesmo ano, é o ponto alto da minha trajetória no ralis e isto não tem preço”.

Sobre a conquista, o piloto ainda completou dizendo que já vinha perseguindo o título do campeonato brasileiro e segundo seus cálculos está a 21 pontos de vantagem. Dessa forma, ganha o título com antecipação, na penúltima prova do ano. Já Beco Andreotti, o navegador, vence o título brasileiro pela segunda vez. No Rally do Sertões participou ao lado do piloto Cristian Baumgart e ganhou o Capacete de Ouro, prêmio concedido ao melhor navegador.

Michel Terpins e Beco Andreotti se juntaram novamente para participar do Rally dos Amigos, ocorrido na cidade de Avaré no interior de são Paulo em 2 de dezembro.

O Rally Rota Sudeste

O Rally Rota Sudeste conta pontos para as duas últimas etapas da compeonato brasileiro (11ª e 12ª etapas). A competição, realizada na cidade de Lençóis Paulista, aconteceu em dois dias com um total de 430 kms, dos quais 328 foram de trechos cronometrados. André Miranda e Alisson Pedroso da categoria Pró Brasil foram os vencedores, seguidos de Fábio Ruediger e Eduardo Bampi, que venceram na categoria Protótipos T1, mas ficaram em segundo na classificação geral.

No site www.chronosat.com.br é possível conferir o resultado completo.

Os irmãos Terpins no mundo do off-road

Michel Terpins (40 anos) e o irmão Rodrigo Terpins (44 anos) partilham da mesma paixão, as competições cross country. E foi essa paixão que os motivou a formar a equipe Bull Sertões Rally Team e conquistar títulos.

Pilotando o T-Rex, desenvolvido pela MEM Motorsport, os irmãos disputaram quatro temporadas. Na 25ª edição do Rally dos Sertões Michel Terpins foi o piloto vencedor, conquistando o título inédito para a equipe. Este ano também venceu o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country.

Quaisquer dúvidas ou mais informações relacionadas aos dois e a equipe Bull Sertões Rally Team podem ser conferidas em @bullsertoesrallyteam (Facebook) www.terpins.com.br e www.michelterpins.com.br.

 

Abastecer com etanol só vale a pena se estiver 70% mais barato do que a gasolina

A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) informou que o valor médio do litro dos combustíveis etanol e gasolina foram elevados em 0,88% e 0,02%, respectivamente. O aumento nos preços praticados no país, em geral, foi alterado ao longo da semana que encerra no dia 16 de dezembro (sábado).

De acordo com levantamento de preços praticados na semana do dia 10 a 16 de dezembro, em média, os que precisaram abastecer seus veículos neste período de apuração gastaram por litro, aproximadamente, R$4,05 com a gasolina e R$2,85 com o álcool.

Com estas constantes oscilações de preços, para saber se é ou não vantajoso optar pelo etanol, antes de abastecer o veículo deve-se fazer o cálculo para averiguar a diferença de valores entre os dois tipos de combustível. Isto é, se o preço cobrado pelo etanol estiver mais de 70% abaixo do preço da gasolina então é sinal de que vale a pena optar pelo álcool.

Diante desta importante observação, no Estado de São Paulo, em que o percentual atinge o valor exato de 70%, não há combustível que compense mais, ou seja, tanto faz escolher etanol ou gasolina.

Levando em conta a elevação no preço do etanol bem como o cálculo para saber se vale ou não a pena optar pelo valor do combustível mais barato, em Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso foi concluído que é mais vantajoso para quem possui optar pelo abastecimento com álcool. Ainda seguindo este parâmetro matemático, pesquisas revelaram que em Santa Catarina (84%), Pará (84%), Espírito Santo (84%), Tocantins (81%), Amapá (81%), Rio Grande do Norte (81%), Piauí (80%), Rondônia (80%), Sergipe (78%), Mato Grosso do Sul (77%), Paraíba (76%), Rio de Janeiro (76%), Bahia (75%), Acre (75%) e Paraná (72%) aqueles que optam por abastecer com etanol também saem no lucro.

Já em Estados como Rio Grande do Sul (88%), Maranhão (88%), Roraima (87%) e Amazonas (85%) o abastecimento com gasolina acabou sendo visto como a melhor escolha.

 

Estudo revela que solteiro tem mais chance de ter demência que casados

Um estudo divulgado na revista Journal of Neorology Neurosurgery realizado por pesquisadores de uma universidade em Londres divulgou que os solteiros são mais predispostos a contrair demência do que os casados. Os dados são ainda mais alarmantes para os viúvos, que estão 20% ainda mais propensos a essa mazela, já os divorciados possuem o mesmo grau de risco que pessoas casadas. Esse trabalho contou com a participação de mais de 800 mil voluntários e abordou 15 tipos de estudos diferentes.

O trabalho explica que durante o casamento, o casal tende a adotar a estilos de vida mais saudáveis do que um solteiro. De acordo com os motivos apontados pela pesquisa para a demência estão elencados: estilo de vida sedentário, hipertensão, ausência de atividades físicas, obesidade e baixo estimulo intelectual. A maior manifestação da demência é o Alzheimer.

Outra justificativa abordada é o convívio social, que contribui para a criação da parte cognitiva do cérebro, pois casais normalmente possuem mais estimulação cognitiva do que uma pessoa que vive sozinha. A vida em matrimônio também aumenta a quantidade de iterações sociais.

Em relação aos viúvos, segundo a pesquisa, o luto contribui diretamente para contrair demência. Isso ocorre por causa do stress causado pela perda de um ente querido, que pode ser capaz de danificar neurônios da parte do cérebro responsável pela memoria hipocampo. E isso torna os viúvos mais vulneráveis até mesmo que os solteiros.

Os solteiros possuem aproximadamente 50% mais chances de ter demências que uma pessoa casada. A pesquisa mostra que indivíduos que possuem alguma limitação cognitiva e problemas de comunicação, possuem mais chances de não se casar, o que pode vir a agravar ainda mais o quadro.

No entanto, como o comportamento das pessoas tendem a mudar a cada geração, essas estatísticas pode se alterar. “Ficar solteiro tornou-se mais comum. Pode ser que pessoas solteiras nascidas na segunda metade do século 20 tenham menos características cognitivas e de personalidade incomuns”, um trecho retirado do estudo.

 

Especialistas acreditam que o casamento do príncipe Harry pode trazer prejuízo ao país

O comércio no Reino Unido poderá apresentar um movimento natalino bem antes da data no próximo ano. É que foi divulgado o esperado casamento entre o neto da rainha Elizabeth II, o príncipe Harry, com a americana Meghan Markle. O casamento será realizado na primavera europeia e pode ter a mesma repercussão do casamento do seu irmão, o príncipe William em 2011.

Uma organização de incentivos turísticos do governo britânico, fez uma pesquisa e concluiu que no último casamento real o evento gerou uma receita de cerca de US$ 3,3 bilhões para a economia inglesa.

Esses valores correspondem ao aumento de pessoas que visitam o país, lotando hotéis, restaurantes e bares. No mês em que aconteceu o casamento em 2011, houve um aumento de 350 mil visitantes a mais, do que o mesmo mês de abril do ano anterior.

De acordo com a pesquisa, somente as vendas de lembranças associadas com o evento, como canetas, cinzeiros e toalhas de mesa com imagens do casal real, originaram mais de US$ 1 bilhão.

Apesar dos números mostrarem um cenário positivo, esse evento pode não ser tão bom assim para os negócios do país. Isso porque vai depender muito de como o governo irá se comportar em relação a esse evento. Segundo a Confederação de Indústrias Britânica, se o governo decretar feriado nacional como aconteceu em 2011, as vantagens conquistadas podem ser bem menores do que os prejuízos.

Segundo o órgão do governo britânico, cada dia em que o país fica parado, ele deixa de ganhar cerca de US$ 8 bilhões. Isso significa que as consequências de um evento desse porte sobre a economia, podem ser muito diversificados.

Segundo o porta-voz do governo, ainda não existe nenhuma intenção de decretar feriado no país no dia do casamento do príncipe Harry. Mas o casamento real é um evento muito mais complicado de se planejar, do que qualquer outro casamento.

O  casamento real do príncipe William com Kate Middleton  custou cerca de US$ 21,5 milhões, segundo o governo britânico, incluindo os gastos com a limpeza das ruas londrinas e todo o esquema de segurança que precisa ser montado. Desse total, cerca de 70% foi pago pelos contribuintes, mas eles parecem não se importar muito com essa situação, já que a família real tem a maioria da aprovação do público, com mais de 65% da população a seu favor.

 

Grupos ambientalistas entram na justiça contra a Noruega por conceder exploração petrolífera na região do Ártico

A Noruega está sendo processada por associações ambientalistas, devido à uma situação envolvendo uma permissão para fazer uma exploração de petróleo, em uma região localizada no Ártico. O julgamento está sendo realizado em um tribunal na capital da Noruega, na cidade de Oslo.

Os principais responsáveis por essa ação são o Greenpeace e uma associação da Noruega chamada Natur og Ungdom, onde eles desejam a anulação das dez concessões dadas pelo governo no ano passado, para a exploração no mar de Barents, que fica localizado no norte do território norueguês.

Essas associações acreditam que essas autorizações para as explorações estão descumprindo o Acordo de Paris, além de certos trechos da Constituição norueguesa, que foi alterada recentemente e que assegura direitos a um meio ambiente mais saudável para os habitantes do país.

A advogada das organizações, Cathrine Hambro, em suas primeiras considerações no tribunal, fez um pedido para que a Justiça estabeleça se a resolução de permitir que se façam explorações de petróleo nessa região, se estão de acordo com as orientações existentes para determinar se essas decisões podem gerar resultados catastróficos, como por exemplo, um derramamento de óleo na região.

O advogado de defesa, Fredrik Sejersted, explica que o governo assegura que essas concessões foram dadas depois de um estudo minucioso, e que as condições estão baseadas nos padrões mais exigentes estabelecidos pela Constituição do país, em questões que estão relacionadas com o meio ambiente.

Esta é a primeira vez que um país é processado por ser suspeito de infringir  o Acordo de Paris de 2015,  mas que só começou a vigorar em 2016.

Esse acordo foi firmado durante a realização da COP21 ( 21ª Conferência das Nações Unidas sobre o clima), que aconteceu em Paris há dois anos. Esse acordo tem como principal meta, conseguir evitar o aumento do aquecimento do planeta, sendo que ele já teve a ratificação de mais de 140 nações, e a Noruega foi uma das primeiras nações que ratificou o acordo.

Os lucros do petróleo norueguês estão em queda, sendo que a produção bruta diminuiu em 50% desde 2001, e a região situada no Ártico ainda não teve nenhuma exploração na área petrolífera.

Devido à essa situação a Noruega autorizou em 2016, dez concessões de exploração para treze companhias de petróleo, sendo que uma delas é a estatal de petróleo norueguesa Statoil.

 

Ricardo Tosto noticia como as empresas têm empregado a arbitragem em processos litigiosos

A demora de tramitação de alguns processos na justiça fez com que uma nova maneira de resolver litígios passasse a ser empregada por várias instituições. Conhecida como arbitragem, é algo cuja popularidade vem crescendo, sobretudo no meio empresarial. O sócio-fundador da advocacia Leite, Tosto e Barros, Ricardo Tosto, destaca que há a diminuição de alguns custos, comparando-se com a maneira tradicional de condução de casos litigiosos, ainda que trate-se de uma diminuição de despesas que possa demorar para ser percebida pelos gestores.

A mediação intraorganizacional é uma das vertentes presentes na arbitragem. Nesse caso, contudo, as empresas resolvem suas disputas corporativas de forma interna. É oportuno, conforme ressalta Ricardo Tosto, que tais instituições capacitem seus próprios funcionários com o objetivo de que estes possam mediar situações antes que aumentem de gravidade. Além disso, o advogado salienta que muitas companhias têm se beneficiado de alguns tipos de assessoria de mediação, onde as organizações optam pela contratação de alguém que se especializou em atuar como mediador.

Alguns softwares têm substituído a presença de profissionais no momento da arbitragem. O emprego da tecnologia, entretanto, torna-se um meio ainda mais célere de se resolver litígios, pontua Ricardo Tosto. Com isso, as empresas podem se valer de consultas em bancos de dados específicos, ao passo em que conseguem concluir algumas disputas obtendo respostas geradas automaticamente pelos sistemas.

Para os casos em que um encontro entre as partes pode resultar em algum modo de constrangimento, ainda que involuntário, os recursos tecnológicos conseguem evitar que isso ocorra, já que funcionam remotamente. Pelo fato de conseguir possibilitar a eliminação de quase todos os entraves ocasionados pela burocracia, a tecnologia acaba por favorecer uma diminuição do tempo empregado nas negociações entre os envolvidos, principalmente em relação aos casos de disputas empresariais, ressalta o sócio da Leite, Tosto e Barros.

Apesar da arbitragem oferecer um grande número de benefícios às empresas, Ricardo Tosto alerta para a maneira como as instituições lidam com esses processos envolvendo mediações. Para que as ações mediadoras não se incorporem à rotina das companhias de forma a serem encaradas como apenas uma nova forma de burocracia, o advogado destaca que é importante que se treinem os colaboradores adequadamente. A agilidade nos processos que são conduzidos através da atuação de um mediador, conforme informa o empresário do meio jurídico, é algo que decorre da extinção de alguns trâmites burocráticos dispensáveis. Caso contrário, essa modalidade de negociação pode perder a sua eficácia, necessitando de maiores prazos até que os conflitos sejam realmente solucionados.

Ricardo Tosto elucida que a arbitragem é uma modalidade de mediação que ainda encontra resistências por parte de alguns gestores. O líder da Leite, Tosto e Barros aponta para o fato de que boa parte dos administradores, no afã de cortarem custos, acabam avaliando equivocadamente a implantação do serviço como algo oneroso. Outras instituições, por sua vez, já conseguiram perceber as vantagens decorrentes do emprego de mediadores em suas rotinas. Dessa forma, o advogado conclui informando que é preciso que as corporações estejam atentas para a redução de tempo de tramitação dos processos conduzidos dessa maneira.

 

Depois de viver com golfinhos, uma baleia consegue se comunicar com eles

desses animais e passou inclusive a usá-la como a sua própria linguagem.

Em 2013, quando essa baleia possuía somente quatro anos, ela foi transferida de onde habitava com outras baleias para o museu aquático ucraniano, onde são feitos trabalhos que visam a recuperação de animais aquáticos. Depois de um período curto de ambientação, a baleia deixou de amedrontar os animais que já viviam ali, que são  os golfinhos-nariz-de-garrafa.  A baleia ainda foi além e se tornou muito próxima do grupo, que é constituído por cinco espécimes de golfinhos, sendo que um macho, duas fêmeas e uma fêmea mais nova.

Os pesquisadores já fizeram vários estudos sobre a amabilidade dessa raça de golfinhos, sendo que a simpatia deles ficou conhecida já na década de 60, quando o famoso golfinho Flipper foi o protagonista de diversas séries e filmes.

Mas o que mais surpreendeu a todos, foi a velocidade com que os golfinhos aceitaram a nova hóspede. Depois de apenas dois meses, a baleia começou a emitir sons característicos dos golfinhos e deixou de lado os sons da sua espécie.

Os pesquisadores conseguiram gravar noventa horas de comunicação entre eles. Depois de apenas poucos dias da sua chegada, a baleia já era capaz de repetir certos sons emitidos pelos golfinhos. Depois de três meses de museu, a baleia já conseguia se comunicar na linguagem dos golfinhos.

A beluga conseguia repetir com habilidade sons únicos usados em momentos especiais, parecendo que ela estava imitando os golfinhos e até mesmo chamando eles pelo nome. Mesmo depois de doze meses de museu, a linguagem usada continuava parecida com os sons apresentados nos dois primeiros meses.

A facilidade de aprendizado mostrado pela baleia não foi repetida pelos golfinhos, que não se mostraram nem um pouco interessados em aprender os sons emitidos pelas baleias.

Elena M. Panova, que é pesquisadora e o seu colega Alexandr V. Agafonov, ambos da Academia Russa de Ciências, falaram que somente uma vez os golfinhos emitiram sons parecidos com o das baleias. Ainda segundo eles, essa situação pode ter acontecido pela posição social de cada um, já que os golfinhos se encontravam no seu habitat e estavam em grupo, enquanto que a baleia estava sozinha e procurando ser acolhida pelos outros.

 

Produção agropecuária brasileira corresponde por R$ 533,5 bilhões em 2017

O valor do VBP – “Valor Bruto da Produção” – na produção agropecuária brasileira em 2017, é de R$ 533,5 bilhões com base no fechamento do mês de outubro deste ano. Em comparação com o fechamento anual de 2016, a alta foi de 1,6%, quando o valor total na produção agropecuária foi de R$ 525 bilhões. Já as lavouras responderam por um crescimento real de 5,5% e houve redução na pecuária de 5,8%. Até o final do ano de 2017 esse valor de R$ 533,5 não sofrerá alterações, levando em conta que a safra 2016/2017 já está próxima do fim, faltando somente o levantamento de algumas das lavouras cultivadas no período do inverno.

Já os campeões no faturamento deste ano foram o algodão, que demonstrou um crescimento de 73,56% em comparação com o mesmo período em 2016, o arroz, com crescimento de 9,95%, e no caso da cana de açúcar, a alta foi de 30,6%. A laranja, mandioca, milho e uva, tiveram altas respectivas de 7%, 88,2%, 14,2% e 50,7%. Uma das principais consequências desta excelente safra foram os preços baixos, segundo José Garcia Gasques, o coordenador-geral do setor de “Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Mapa”. A produção de muitos produtos tiveram um custo mais baixo nesta safra. Segundo especialistas em economia, a redução real atingiu a casa dos 40%, sendo que para a produção de cebola, a redução foi de 47% e para a produção de batata, a redução real foi de 49%.

Os preços praticados na pecuária brasileira também tiveram queda quando comparados com o mesmo período em 2016. A carne bovina e o frango foram os campeões na queda dos preços e também os principais responsáveis por queda no faturamento deste setor. Cada região do país demonstra um diferencial de valores relativo a produção nesta safra. A região Sul é a que mais apresentou faturamento este ano, atingindo o valor acumulado de R$ 140,6 bilhões. Logo em seguida vêm as regiões: Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste e Norte, com R$ 137,9 bilhões, R$ 136 bilhões, R$ 48 bilhões, e com R$ 32,4 bilhões respectivamente.

As estimativas para o ano de 2018 realizadas pela Conab – Companhia Nacional de Abastecimento – junto ao IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apontaram que a produção de grãos sofrerá redução em comparação com os resultados deste ano. As projeções de redução segundo a Conab são de 5% e as projeções realizadas pelo IBGE são de 8,9%.

Jorge Moll e a estrutura de luxo do Hospital Copa Star

Situado no bairro de Copacabana, na rua Figueiredo Magalhães, o Hospital Copa Star utiliza um conceito baseado no atendimento de luxo. Muito similar a um hotel cinco estrelas, o local foi todo planejado para servir os pacientes que esperam por um atendimento personalizado e único.

Toda essa estrutura do Hospital Copa Star foi planejada pela rede de hospitais D’Or onde Jorge Moll é um dos fundadores, a qual tem o objetivo de levar esse padrão de excelência para todo o Brasil. Com corredores que se assemelham a galerias de arte, o hospital conta com mais de 230 obras do artista japonês Yutaka e, para o conforto e a comodidade dos pacientes e seus acompanhantes, o local conta ainda com uma área anexa dedicada exclusivamente ao trânsito dos enfermeiros e das macas, para não tumultuar os corredores principais.

Com cerca de 21 mil metros quadrados de espaço, toda a área do hospital foi planejada cuidadosamente, desde a sua entrada elegante até a decoração dos quartos e corredores, o que o torna bem diferente do modelo de hospital tradicional do país.

No Hospital Copa Star, do grupo de Jorge Moll, por exemplo, os pacientes não sentem nenhum odor de éter, um cheiro muito comum em hospitais, pois o local utiliza perfumes específicos em aromas cítricos e amadeirados para tornar todo o ambiente mais agradável. A iluminação, por sua vez, é bastante natural e acolhedora, indo em contrapartida as luzes artificiais e invasivas que ainda são utilizadas em grande parte dos estabelecimentos. Para completar, o hospital também investiu em gastronomia, tendo um restaurante assinado pelo prestigiado chef suíço, Steve Moreillon.

Para tanto, essa unidade do hospital teve um orçamento de aproximadamente R$ 400 milhões de reais, após um processo de obras iniciado em 2013.

Agora, a Rede D’Or São Luiz, de Jorge Moll planeja continuar investindo nesse modelo e pretende levar esse conceito de luxo em hospitais para várias outras capitais brasileiras. Já nos próximos anos, a rede tem o objetivo de inaugurar novas unidades nas grandes metrópoles do país, tendo como foco inicial as cidades de Brasília e São Paulo. Enquanto isso não acontece, o Hospital Copa Star tem sido utilizado como opção para os pacientes paulistas que fazem a ponte área entre o Rio de Janeiro e São Paulo.

Sobre o hospital, Jorge Moll, cardiologista e idealizador da Rede D’Or São Luiz, destaca que, a partir de agora, também existe uma alternativa no Rio de Janeiro similar aos dois hospitais mais famosos de São Paulo, o Albert Einstein e o Sírio-Libanês.

Ao longo dos anos em que foi desenvolvido, todos os detalhes da construção do hospital foram pensados minuciosamente. Para isso, o uso da tecnologia foi determinante para criar um ambiente diferenciado, capaz de oferecer um acolhimento especial e um atendimento exclusivo aos pacientes.

Atualmente, o Copa Star possui mais de 550 profissionais, que vão desde assistentes e equipes de apoio até enfermeiros, profissionais de hotelaria e mais de 100 médicos. Com equipamentos e sistemas que estão entre os mais modernos do mundo, o hospital oferece cirurgias de alto nível de complexidade, tanto na área da cardiologia como também da neurologia, se tornando uma das referências do país nesse aspecto.