Produção agropecuária brasileira corresponde por R$ 533,5 bilhões em 2017

O valor do VBP – “Valor Bruto da Produção” – na produção agropecuária brasileira em 2017, é de R$ 533,5 bilhões com base no fechamento do mês de outubro deste ano. Em comparação com o fechamento anual de 2016, a alta foi de 1,6%, quando o valor total na produção agropecuária foi de R$ 525 bilhões. Já as lavouras responderam por um crescimento real de 5,5% e houve redução na pecuária de 5,8%. Até o final do ano de 2017 esse valor de R$ 533,5 não sofrerá alterações, levando em conta que a safra 2016/2017 já está próxima do fim, faltando somente o levantamento de algumas das lavouras cultivadas no período do inverno.

Já os campeões no faturamento deste ano foram o algodão, que demonstrou um crescimento de 73,56% em comparação com o mesmo período em 2016, o arroz, com crescimento de 9,95%, e no caso da cana de açúcar, a alta foi de 30,6%. A laranja, mandioca, milho e uva, tiveram altas respectivas de 7%, 88,2%, 14,2% e 50,7%. Uma das principais consequências desta excelente safra foram os preços baixos, segundo José Garcia Gasques, o coordenador-geral do setor de “Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Mapa”. A produção de muitos produtos tiveram um custo mais baixo nesta safra. Segundo especialistas em economia, a redução real atingiu a casa dos 40%, sendo que para a produção de cebola, a redução foi de 47% e para a produção de batata, a redução real foi de 49%.

Os preços praticados na pecuária brasileira também tiveram queda quando comparados com o mesmo período em 2016. A carne bovina e o frango foram os campeões na queda dos preços e também os principais responsáveis por queda no faturamento deste setor. Cada região do país demonstra um diferencial de valores relativo a produção nesta safra. A região Sul é a que mais apresentou faturamento este ano, atingindo o valor acumulado de R$ 140,6 bilhões. Logo em seguida vêm as regiões: Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste e Norte, com R$ 137,9 bilhões, R$ 136 bilhões, R$ 48 bilhões, e com R$ 32,4 bilhões respectivamente.

As estimativas para o ano de 2018 realizadas pela Conab – Companhia Nacional de Abastecimento – junto ao IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apontaram que a produção de grãos sofrerá redução em comparação com os resultados deste ano. As projeções de redução segundo a Conab são de 5% e as projeções realizadas pelo IBGE são de 8,9%.

Jorge Moll e a estrutura de luxo do Hospital Copa Star

Situado no bairro de Copacabana, na rua Figueiredo Magalhães, o Hospital Copa Star utiliza um conceito baseado no atendimento de luxo. Muito similar a um hotel cinco estrelas, o local foi todo planejado para servir os pacientes que esperam por um atendimento personalizado e único.

Toda essa estrutura do Hospital Copa Star foi planejada pela rede de hospitais D’Or onde Jorge Moll é um dos fundadores, a qual tem o objetivo de levar esse padrão de excelência para todo o Brasil. Com corredores que se assemelham a galerias de arte, o hospital conta com mais de 230 obras do artista japonês Yutaka e, para o conforto e a comodidade dos pacientes e seus acompanhantes, o local conta ainda com uma área anexa dedicada exclusivamente ao trânsito dos enfermeiros e das macas, para não tumultuar os corredores principais.

Com cerca de 21 mil metros quadrados de espaço, toda a área do hospital foi planejada cuidadosamente, desde a sua entrada elegante até a decoração dos quartos e corredores, o que o torna bem diferente do modelo de hospital tradicional do país.

No Hospital Copa Star, do grupo de Jorge Moll, por exemplo, os pacientes não sentem nenhum odor de éter, um cheiro muito comum em hospitais, pois o local utiliza perfumes específicos em aromas cítricos e amadeirados para tornar todo o ambiente mais agradável. A iluminação, por sua vez, é bastante natural e acolhedora, indo em contrapartida as luzes artificiais e invasivas que ainda são utilizadas em grande parte dos estabelecimentos. Para completar, o hospital também investiu em gastronomia, tendo um restaurante assinado pelo prestigiado chef suíço, Steve Moreillon.

Para tanto, essa unidade do hospital teve um orçamento de aproximadamente R$ 400 milhões de reais, após um processo de obras iniciado em 2013.

Agora, a Rede D’Or São Luiz, de Jorge Moll planeja continuar investindo nesse modelo e pretende levar esse conceito de luxo em hospitais para várias outras capitais brasileiras. Já nos próximos anos, a rede tem o objetivo de inaugurar novas unidades nas grandes metrópoles do país, tendo como foco inicial as cidades de Brasília e São Paulo. Enquanto isso não acontece, o Hospital Copa Star tem sido utilizado como opção para os pacientes paulistas que fazem a ponte área entre o Rio de Janeiro e São Paulo.

Sobre o hospital, Jorge Moll, cardiologista e idealizador da Rede D’Or São Luiz, destaca que, a partir de agora, também existe uma alternativa no Rio de Janeiro similar aos dois hospitais mais famosos de São Paulo, o Albert Einstein e o Sírio-Libanês.

Ao longo dos anos em que foi desenvolvido, todos os detalhes da construção do hospital foram pensados minuciosamente. Para isso, o uso da tecnologia foi determinante para criar um ambiente diferenciado, capaz de oferecer um acolhimento especial e um atendimento exclusivo aos pacientes.

Atualmente, o Copa Star possui mais de 550 profissionais, que vão desde assistentes e equipes de apoio até enfermeiros, profissionais de hotelaria e mais de 100 médicos. Com equipamentos e sistemas que estão entre os mais modernos do mundo, o hospital oferece cirurgias de alto nível de complexidade, tanto na área da cardiologia como também da neurologia, se tornando uma das referências do país nesse aspecto.

Pesquisa da Serasa revela aumento no número de inadimplentes em outubro

Um novo estudo feito pela Serasa Experian revelou que o número total de consumidores em situação de inadimplência no país atingiu os 61 milhões no mês de outubro deste ano. Segundo a pesquisa, o número teve uma alta de 4,45% em relação ao mesmo mês de 2016. As dívidas dos consumidores somaram R$ 269,1 bilhões no mês de outubro, chegando a uma média de quatro dívidas cadastradas no CPF de cada consumidor. O valor da média das dívidas foi de R$ 4.411,00 por inadimplente em outubro.

Os economistas da Serasa avaliaram os dados da pesquisa alegando que o aumento da inadimplência ocorreu por parte de um reflexo já esperado em relação ao Dia das Crianças, que costuma movimentar grande parte do comércio. Isso porque as datas comemorativas costumam ter grande impacto no aumento da inadimplência no país.

Dentre as faixa etárias, a maior concentração de inadimplência foi de pessoas entre 41 e 50 anos de idade, somando um total de 19,6% de toda a concentração de negativados no país em outubro deste ano. Os jovens de 18 a 25 anos foram a segunda faixa etária com maior concentração de inadimplência, chegando a um total de 14,5%. Já entre os gêneros, os homens ocuparam mais da metade da parcela de inadimplentes no país no mês de outubro, chegando a 50,8%.

A pesquisa ainda revelou que as dívidas foram contraídas em grande maioria por parte dos setores bancários e por parte do cartão de crédito, sendo esses dois fatores responsáveis por 29,6% da inadimplência no mês de outubro. Em relação ao mês de outubro do ano passado, esse dado teve uma queda de 2,3 pontos percentuais em relação ao segmento das dívidas.

Os outros segmentos de inadimplência analisados pela pesquisa tiveram o seguinte retrospecto no mês de outubro deste ano: utilities (água, energia elétrica e gás), totalizou 18,4% das dívidas, o que significa um aumento de 3,0 pontos percentuais comparado ao ano passado; telefonia totalizou 11,7% das dívidas, o que significa uma queda de 0,6 ponto percentual comparado a outubro de 2016.

 

Trabalho de Papai Noel gera uma boa renda extra

Com o fim de ano chegando, muitas portas de trabalho se abrem para pessoas de diferentes faixas etárias e perfis, no entanto, um profissional em específico terá uma razoável queda no seu salário, são estimados 20% menos nos ganhos de quem trabalha como Papai Noel.

No Rio Janeiro, um estado que está sofrendo com a falta de emprego, a procura por candidatos a Papai Noel dobrou, como percebe a Escola de Papai Noel que teve aumento de 20% em relação ao ano passado.

É comum os Papais Noéis conseguirem vagas de trabalho temporárias em algum shopping após o término do curso. As estimativas de salário vão de R$ 5.000 a R$ 15 mil por 40 dias trabalhados, a média salarial fica em torno de R$ 6.000,00.

Liamachem Cherem, criador da escola de Papai Noel, afirma que 20 shoppings no Rio de Janeiro e mais alguns fora do Estado entraram em contato com o seu curso. Além das vagas em shoppings é possível conseguir trabalhos em eventos e lojas por conta própria.

O perfil do Papai Noel são homens acima dos 50 anos, barba e cabelo branco que gostem de criança, com boa saúde e sem vícios. Pessoas fora desse perfil não têm chances, no entanto, o curso está tendo procura de alunos mais jovens e magros, apesar da incompatibilidade da área.

Atualmente os empregadores estão negociando e pagando 20% menos do valor que era praticado no ano passado.

O represente comercial David Silva, 67, na última aula do curso de Papai Noel se vestiu à caráter e se animou com o novo uniforme de trabalho sem se incomodar com o calor. Uma música natalina foi cantarolada pelos demais alunos em um único som.

No fim do mês de outubro, 50 alunos se formaram, na grade horária do curso tem aulas de música, representação, maquiagem e de como agir com as crianças. Quem cuida do repertório musical do curso é o professor Gedivan Albuquerque.

Quem está em um grupo seleto de Papai Noel consegue ganhos ainda maiores, como o ex-camelô Alfredo Jorge Ramaciole, 64, o mais experiente da sua turma com 19 anos no ramo. Seus ganhos na época natalina chegam a R$ 30 mil com seus trabalhos em eventos e visitas em casas de família.

 

Em palestra, Jorge Moll fala sobre a importância da qualidade médica para o país

No dia 10 de março de 2017, ocorreu o evento Seminários de Gestão – Tendências e Inovação em Saúde, com a presença de profissionais do setor, que realizaram debates e palestras às 300 pessoas que acompanharam a apresentação. Um dos participantes foi Jorge Moll, presidente do Conselho de Administração da Rede D’Or São Luiz e também fundador da rede com 32 hospitais no Brasil.

Ele fez uma apresentação sobre Tendências em Saúde e Impactos da Gestão Hospitalar, e contou a história de seus hospitais e como eles se tornaram referência em excelência.

A princípio, o empresário, cardiologista e idealista em medicina, criou uma instituição de exames complementares no Rio de Janeiro por entender que era algo que faltava no país.

Segundo ele, entre as décadas de 70 e 80, o Rio de Janeiro era considerado um centro de medicina do Brasil, mas os serviços caíram por conta das instituições hospitalares, que em sua maioria eram públicas, e também devido ao SUS, que promoveu uma unificação dessas instituições eliminando a identidade dos hospitais.

Para Jorge Moll, começou a ter uma falta de bons serviços relacionados a diagnósticos. Foi esse cenário que fez com que o empresário criasse a importante rede que existe hoje, considerando que o Rio de Janeiro é muito grande e apenas um hospital não atenderia as necessidades da população. Foram criados os hospitais Copa D’Or, Barra D’Or e Quinta D’Or.

Jorge Moll falou também sobre a crise econômica do país, que fez com que parte da população desistisse dos planos de saúde e migrasse para o SUS. Algumas pessoas alteraram seus planos para os de menor cobertura ou mudaram para planos bem inferiores. Com relação a esse tema, Moll comentou sobre o Modelo Gestão Total da Saúde como uma possibilidade para as operadoras oferecerem saúde com um custo menor, aproveitando a ociosidade dos hospitais para disponibilizar atendimento com valor mais baixo. Para ele, essa é uma forma de ajudar operadoras respeitadas e sérias a agregarem em seu segmento.

O palestrante disse que para a realização desse projeto ele trouxe uma corretora com expertise, conhecimento e profissionais experientes e focados em resultados. O objetivo dessa parceria é apoiar as operadoras para que não só entendam, mas também conheçam o tratamento ideal e todo o percurso que o paciente faz no hospital, desde no ambulatório até situações de maior complexidade.

Com esse trabalho, Jorge Moll pretende fidelizar os pacientes e levar a eles toda a qualidade técnica e também percebida, utilizando médicos auditores dos hospitais, especialistas para situações de alta complexidade, protocolos gerenciados em alto custo, central de agendamento, entre outros procedimentos.

Ele apresentou um modelo com total controle do paciente, desde a sua chegada no ambulatório até a sua passagem na emergência, na internação clínica e na cirúrgica.

Para terminar sua palestra, Jorge Moll falou sobre a qualidade médica da Rede D’Or e seu reconhecimento nacional e internacional e sobre a importância dos empresários brasileiros serem estimulados para assim contribuírem com o crescimento do país.

Candidatos do Enem que tiraram 1000 na redação dão dicas para se sair bem

Em uma prova de redação com um tempo limitado é preciso ser ágil e coeso para elaborar uma redação que apresente boas ideias e uma boa articulação. Quando um candidato do Enem se depara com esses critérios é necessário em primeiro lugar ficar tranquilo e colocar em prática algumas dicas para se sair bem na prova.

O estudante Caio Koga, de 21 anos, tirou a nota máxima no Enem, 1000 pontos, e diz que é preciso colocar em prática a habilidade de escrita para desenvolver um bom texto. Caio havia prestado a prova nos dois anos anteriores.

No cursinho pré-vestibular do Anglo e frequentando especificamente as aulas de redação, Caio aprendeu técnicas de dissertação que aborda introdução, desenvolvimento e conclusão que buscava colocar em prática toda semana nos textos que escrevia, conforme relata o estudante do curso de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

De acordo com o estudante o mais difícil é ser coeso, a parte menos complexa seria obedecer à norma-padrão do português, critério avaliado pela banca corretora.

A estudante Marina Amorim, 19 anos, atingiu a nota 1000 na redação e afirma que compreender o tema não é complicado, a dificuldade estaria em propor uma solução para o problema social em questão.

A solução para o problema conforme defende Marina é a parte mais complexa pois precisa estar relacionada com o texto. Ter um vocabulário abundante para expressar a solução e os seus detalhes é um desafio para a jovem.

Os estudantes dizem que para ter conhecimento para desenvolver uma boa argumentação é preciso ler qualquer veículo, pode ser jornal, blogs, sites e até páginas no Facebook.

Marina fez um cursinho pré-vestibular na Poliedro e conquistou a sua vaga em medicina na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Suas redações para treinar eram feitas uma vez por semana e tentava escrever no máximo em uma hora para se adaptar ao limite de tempo da prova.

Os dois estudantes concordam que a calma é um fator que conta em muito no desempenho de uma boa dissertação pois todos os candidatos sentem dificuldade para concluir a prova. Para garantir pontos é mais fácil começar pelos assuntos que domina melhor e depois ir para as questões mais difíceis.

 

Os países que possuem as menores quantidades de recursos naturais do planeta

Em todos os países existem fatores muito importantes para o seu desenvolvimento econômico e para a sua riqueza. Um desses aspectos são os recursos naturais encontrados nesses países. Mas nem todos os países que possuem uma grande quantidade desses recursos são desenvolvidos e ricos, como é o caso de Serra Leoa e Libéria. Já em outros países com poucos recursos naturais, como é o caso de Hong Kong e Cingapura, apresentam uma economia forte graças a outros fatores. Os países que possuem os menores recursos naturais são:

Cidade do Vaticano – Com cerca de 44 hectares e oitocentos habitantes, o Vaticano é um enclave murado situado dentro de Roma. Ele não possui recursos de petróleo, de gás natural, de metais preciosos, de ouro, de prata, de carvão. Ele também não possui uma costa marítima.

Costa Rica – Esse país possui poucos recursos naturais e a sua economia sobrevive graças  ao turismo,  a produção e também exportação de produtos como abacaxi, café, bananas e outros. Mas o país tem carência de metais, gás e petróleo.

Suíça – Os recursos minerais e naturais são relativamente escassos nesse país. Cerca de dois terços do território suíço é formado de montanhas, florestas e lagos. O país não possui reservas de gás e petróleo, e alguns recursos são encontrados nele, mas não em grande quantidade, como é o caso de sal de argila, cascalho e mármore.

Bélgica – Esse país apresenta poucos recursos naturais, com pouca quantidade de petróleo e outros elementos com pouco valor comercial. O país exporta materiais de construção, como areia, cimento e alguns carbonatos.

Taiwan – Esse país possui capacidade hídrica, depósitos de calcário e outros recursos que possuem valores comerciais. Mas ele apresenta escassez quanto as reservas naturais.

Japão – Esse país apesar de ser desenvolvido economicamente, apresenta escassez em relação aos seus recursos naturais. Ele não possui energia hidrelétrica suficiente para abastecer a sua população, possui carência de recursos metálicos e de petróleo.

Hong Kong – Esse país apresenta poucas reservas naturais, sendo que as quantidades de minerais metalíferos, de minerais industriais e de minerais encontrados na costa marítima, são em pouca quantidade. O país apesar desse quadro escasso de reservas, possui uma economia forte.

 

No mundo existem diversas religiões, onde algumas possuem uma quantidade de seguidores muito grande e outras um número mais reduzido de adeptos. As maiores religiões em quantidade de membros no mundo são:

 

Cristianismo – Com cerca de 2,2 bilhões de adeptos, essa doutrina é a que possui o maior número de seguidores. Mas essa religião atualmente tem crescido mais  na África Subsaariana,  onde há cerca de um século atrás, o cristianismo nessa região possuía nove milhões de seguidores, e hoje esse número chega a 516 milhões de pessoas. A Europa há cem anos atrás, possuía dois terços de todos os cristãos do mundo e atualmente, um quarto deles moram nesse continente.

Islamismo – Com aproximadamente 1,6 bilhões de muçulmanos, o islamismo segundo estimativas, em duas décadas poderá contar com cerca de 25% da população do planeta. Nos Estados Unidos, a quantidade de muçulmanos nesse período irá dobrar, e em Israel um quarto dos seus habitantes poderá ser de seguidores do islamismo.

Hinduísmo – Com cerca de 900 milhões de seguidores, os hindus contam com mais de 80% dos habitantes do Nepal e da Índia. Apesar de ser a terceira maior religião do planeta, essa religião possui o maior monumento religioso, o templo Angkor Wat, que possui quarenta quilômetros quadrados e foi construído no século XII, no Camboja.

Religião tradicional chinesa Com cerca de 400 milhões de seguidores, esse termo é empregado para explicar as diferentes crenças e tradições filosóficas praticadas pelos chineses. Os credos e outras doutrinas do país, integram a religião tradicional chinesa, como o Budismo, o

Confucionismo, o Taoísmo e outras diversas religiões menores.

Budismo – Com cerca de 376 milhões de adeptos, o budismo segue os ensinamentos de Buda (600 a.C.), que é baseada na realização plena do ser humano, acreditando em um ciclo consecutivo de morte e renascimento. Essa é a principal religião de alguns países, como a Tailândia, a Birmânia, Laos e Camboja. No Japão, ela é a segunda religião com mais seguidores.

Sikhismo – Com aproximadamente 20 milhões de seguidores, essa religião apesar de pouco conhecida é a sexta com o maior número de adeptos no mundo. Essa doutrina começou na Índia, e o maior número dos seus seguidores são desse país, com cerca de 1,9% dos seus habitantes e de Fiji, com 0,3% da sua população.

 

Uma nova espécie é catalogada apenas 20 anos depois de ser coletada

Há 20 anos, uma pesquisadora chamada de Ilse Walker estava realizando uma pesquisa na Amazônia e por acaso se deparou com poças quase secas do igapó do Rio Tarumá-mirim, e nelas continha um peixe diferente. No entanto, apenas recentemente, o INPA, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, chegou à conclusão que esse peixe se tratava de uma espécie ainda não catalogada, que foi nomeada de Tarumania Walkerae, para homenagear a pesquisadora, que já se aposentou há alguns anos.

Walker já possui 87 anos e conta que o peixe era cartilaginoso, diferente das demais espécies que são ósseas, apesar disso ele tinha escamas. Ela conta que acha incrível descobrir hoje que se tratava de uma nova espécie. Algo curioso em seu relato foi que ela coletou o peixe por acaso, pois estava retirando camarões no rio do Amazonas. Por sorte, ela se deu conta do animal peculiar e o entregou para ser analisado por outros pesquisadores. Essa descoberta foi noticiada há pouco tempo na revista Zoological Journal of the Limmean Society.

De acordo com Jansen Zuanon, uma das pesquisadoras do INCA que trabalhou na identificação dessa nova espécie, ela disse que esse peixe é muito distinto do grupo dos Chaciformes e é composto por quase toda totalidade dos peixes de escama da Amazônia. . “Eles são completamente aberrantes dentro desse grupo e, por isso mesmo, tivemos que descrever uma família nova para acomodar essa espécie”, comentou a pesquisadora, dizendo ainda que o que mais chamou a sua atenção foi o formato do corpo.

Eduardo Bessa que é zoólogo e docente numa universidade em Brasília, explicou que o animal esta muito distante do piracururu e mais próximo da traíra. Segundo ele, por isso foi tão difícil caracteriza-lo, pois é muito diferente dos demais Characiformes. Ele ressalta que o fato dele ser tão distinto o leva a crer que a evolução da tarumania é mais abrangente do que é imaginado. Jansem disse que localizar uma nova espécie de peixes é algo muito raro. “Isso acontece uma vez a cada muitas décadas, às vezes, a cada século”, em entrevista à agência de comunicação do Inpa.

Luiz Carlos Trabuco Cappi concede mais detalhes sobre novo presidente do Bradesco

Resultado de imagem para Luiz Carlos Trabuco Cappi
Luiz Carlos Trabuco Cappi

O presidente executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, acumulou recentemente a função de presidente do conselho administrativo da instituição, após a renúncia de Lázaro Brandão, que ocupava o cargo há 27 anos. Segundo ele, essa sequência de atos já vinha sendo planejada e estudada pela empresa há algum tempo.

De acordo com o executivo, desde o momento em que Lázaro Brandão solicitou ao conselho que ele assumisse a vice-presidência, já era esperado que, quando ele renunciasse, Luiz Carlos Trabuco Cappi assumiria a presidência em seu lugar, acumulando o cargo com a presidência executiva do banco.

Como esta é uma situação provisória, o executivo informou em entrevista para a imprensa que o próximo presidente da instituição irá ser escolhido a partir dos membros que fazem parte da diretoria do Bradesco. Seguindo sua tradição corporativa, a empresa costuma escolher executivos internos para comandar o grupo, ao invés de procurar um nome no mercado.

O novo presidente deverá ser anunciado após a primeira reunião do colegiado, feita logo depois da assembleia geral de acionistas, que está prevista para acontecer no mês de março de 2018.

De acordo com Luiz Carlos Trabuco Cappi, o nome que irá assumir a presidência executiva ainda não foi definido e essa escolha dificilmente será antecipada de forma oficial antes do mês de março, como foi previamente estabelecido. Ele ressaltou ainda que esse será um processo normal e tranquilo, que levará em consideração as habilidades para exercer a liderança sob a organização.

Por outro lado, o conselho administrativo do Bradesco é formado atualmente por oito membros, entre ex-executivos do banco e familiares do fundador da instituição, Amador Aguiar, e com a saída de Lázaro Brandão, irá permanecer com um cargo vago. Segundo o executivo, existem planos de expandir o número de membros em ao menos uma vaga, além de preencher a posição que ficou disponível, mas esse tópico ainda não possui uma previsão concreta para ser estabelecido.

Acerca das mudanças nas regras internas da empresa que permitiram que Luiz Carlos Trabuco Cappi permanecesse mais tempo na função de presidente executivo no banco, o executivo informou que a compra do HSBC foi o principal motivo que levou a essa extensão do seu mandato.

Em meados do ano de 2016, quando o executivo estava próximo de se aposentar da instituição devido a idade, o banco declarou que estava elaborando uma proposta para aumentar a idade limite de quem exerce a função de diretor-presidente da empresa, a qual era de 65 anos, para 67 anos, o que por sua vez, iria adiar a aposentadoria de Luiz Carlos Trabuco Cappi do cargo.

Segundo o executivo, nesse período, a instituição estava finalizando a compra do HSBC, que é a maior aquisição já feita pelo banco em toda a sua história. Desse modo, o corpo de acionistas e conselheiros da empresa considerou mais conveniente que houvesse essa extensão do mandato, tendo em vista que o momento não era favorável para uma escolha importante como essa, em definir quem seria o novo diretor-presidente da instituição.