Uma nova espécie é catalogada apenas 20 anos depois de ser coletada

Há 20 anos, uma pesquisadora chamada de Ilse Walker estava realizando uma pesquisa na Amazônia e por acaso se deparou com poças quase secas do igapó do Rio Tarumá-mirim, e nelas continha um peixe diferente. No entanto, apenas recentemente, o INPA, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, chegou à conclusão que esse peixe se tratava de uma espécie ainda não catalogada, que foi nomeada de Tarumania Walkerae, para homenagear a pesquisadora, que já se aposentou há alguns anos.

Walker já possui 87 anos e conta que o peixe era cartilaginoso, diferente das demais espécies que são ósseas, apesar disso ele tinha escamas. Ela conta que acha incrível descobrir hoje que se tratava de uma nova espécie. Algo curioso em seu relato foi que ela coletou o peixe por acaso, pois estava retirando camarões no rio do Amazonas. Por sorte, ela se deu conta do animal peculiar e o entregou para ser analisado por outros pesquisadores. Essa descoberta foi noticiada há pouco tempo na revista Zoological Journal of the Limmean Society.

De acordo com Jansen Zuanon, uma das pesquisadoras do INCA que trabalhou na identificação dessa nova espécie, ela disse que esse peixe é muito distinto do grupo dos Chaciformes e é composto por quase toda totalidade dos peixes de escama da Amazônia. . “Eles são completamente aberrantes dentro desse grupo e, por isso mesmo, tivemos que descrever uma família nova para acomodar essa espécie”, comentou a pesquisadora, dizendo ainda que o que mais chamou a sua atenção foi o formato do corpo.

Eduardo Bessa que é zoólogo e docente numa universidade em Brasília, explicou que o animal esta muito distante do piracururu e mais próximo da traíra. Segundo ele, por isso foi tão difícil caracteriza-lo, pois é muito diferente dos demais Characiformes. Ele ressalta que o fato dele ser tão distinto o leva a crer que a evolução da tarumania é mais abrangente do que é imaginado. Jansem disse que localizar uma nova espécie de peixes é algo muito raro. “Isso acontece uma vez a cada muitas décadas, às vezes, a cada século”, em entrevista à agência de comunicação do Inpa.

Luiz Carlos Trabuco Cappi concede mais detalhes sobre novo presidente do Bradesco

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Luiz Carlos Trabuco Cappi

O presidente executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, acumulou recentemente a função de presidente do conselho administrativo da instituição, após a renúncia de Lázaro Brandão, que ocupava o cargo há 27 anos. Segundo ele, essa sequência de atos já vinha sendo planejada e estudada pela empresa há algum tempo.

De acordo com o executivo, desde o momento em que Lázaro Brandão solicitou ao conselho que ele assumisse a vice-presidência, já era esperado que, quando ele renunciasse, Luiz Carlos Trabuco Cappi assumiria a presidência em seu lugar, acumulando o cargo com a presidência executiva do banco.

Como esta é uma situação provisória, o executivo informou em entrevista para a imprensa que o próximo presidente da instituição irá ser escolhido a partir dos membros que fazem parte da diretoria do Bradesco. Seguindo sua tradição corporativa, a empresa costuma escolher executivos internos para comandar o grupo, ao invés de procurar um nome no mercado.

O novo presidente deverá ser anunciado após a primeira reunião do colegiado, feita logo depois da assembleia geral de acionistas, que está prevista para acontecer no mês de março de 2018.

De acordo com Luiz Carlos Trabuco Cappi, o nome que irá assumir a presidência executiva ainda não foi definido e essa escolha dificilmente será antecipada de forma oficial antes do mês de março, como foi previamente estabelecido. Ele ressaltou ainda que esse será um processo normal e tranquilo, que levará em consideração as habilidades para exercer a liderança sob a organização.

Por outro lado, o conselho administrativo do Bradesco é formado atualmente por oito membros, entre ex-executivos do banco e familiares do fundador da instituição, Amador Aguiar, e com a saída de Lázaro Brandão, irá permanecer com um cargo vago. Segundo o executivo, existem planos de expandir o número de membros em ao menos uma vaga, além de preencher a posição que ficou disponível, mas esse tópico ainda não possui uma previsão concreta para ser estabelecido.

Acerca das mudanças nas regras internas da empresa que permitiram que Luiz Carlos Trabuco Cappi permanecesse mais tempo na função de presidente executivo no banco, o executivo informou que a compra do HSBC foi o principal motivo que levou a essa extensão do seu mandato.

Em meados do ano de 2016, quando o executivo estava próximo de se aposentar da instituição devido a idade, o banco declarou que estava elaborando uma proposta para aumentar a idade limite de quem exerce a função de diretor-presidente da empresa, a qual era de 65 anos, para 67 anos, o que por sua vez, iria adiar a aposentadoria de Luiz Carlos Trabuco Cappi do cargo.

Segundo o executivo, nesse período, a instituição estava finalizando a compra do HSBC, que é a maior aquisição já feita pelo banco em toda a sua história. Desse modo, o corpo de acionistas e conselheiros da empresa considerou mais conveniente que houvesse essa extensão do mandato, tendo em vista que o momento não era favorável para uma escolha importante como essa, em definir quem seria o novo diretor-presidente da instituição.

 

O mercado de games no Brasil e o surgimento de novas carreiras profissionais

O comércio de videogames tem crescido e ficado cada vez mais forte no mundo e principalmente no Brasil. Tal justificativa tem sido notada, já que algumas das empresas consideradas impérios do setor de jogos eletrônicos responsáveis por desenvolver games têm inserido legendas e até dublagem de jogos no idioma português brasileiro. O setor de games de acordo com o site isto é gerou um faturamento de 1,6 bilhões de dólares em 2016, somente no Brasil. Dessa maneira é um mercado que só tende a aumentar com o passar dos anos.

As feiras de games concentram algumas das empresas mais poderosas do mundo, que são as empresas de tecnologia, e junto a isso a E3 – Electronic Entertainment Expo é o evento mais importante do mundo dedicado a esse nicho de games eletrônicos. As empresas desenvolvedoras de jogos e softwares aproveitam a grande visibilidade desse evento para mostrar seus lançamentos aguardados pelo público, que acontece anualmente na cidade de Los Angeles, na Califórnia (Estados Unidos).

Ainda de acordo com o site isto é, o Brasil é representado por 61 milhões de jogadores ao redor do mundo, o que provocou um aumento de 25% no faturamento de jogos eletrônicos durante os anos de 2014 e 2016 no Brasil. E isso desencadeou um aumento de 600% no número de empresas desenvolvedoras de jogos eletrônicos no Brasil, equivalente a 300 novas empresas dedicadas ao mercado eletrônico, que por sua vez gera uma grande gama de empregos e auxilia o fluxo econômico.

O mercado de games tem crescido de forma tão espantosa que pessoas tem dedicado suas vidas como carreiras participando de campeonatos individualmente ou em grupos como são chamados os e-sports. Eles são considerados atletas profissionais e conseguem ter uma renda de até R$10 mil por mês, devido a premiações e patrocínios que as marcas investem em seus atletas. Dessa forma as carreiras mais tradicionais como medicina, direito e engenharia tem ficado fora dos planos desses jovens que enxergam um futuro mais promissor ao investirem em suas diversões e “lazer”. Sendo que essa atividade requer muita disciplina, foco e treinamento, pois não é o fato dos jogos eletrônicos serem encarados como hobbies que eles serão diminuídos e não serem vistos como uma profissão.

 

 

Curso de direito apresenta melhor remuneração entre os 10 cursos mais procurados

Um novo levantamento feito por uma pesquisa da empresa de ciência de dados chamada de IDados, revelou que dos 10 cursos de graduação mais procurados pelos estudantes, o curso de direito é o que oferece melhor remuneração. A remuneração que o profissional irá receber depois que concluir a faculdade é algo muito importante na escolha das pessoas que se matricularão no curso. Além disso, a progressão do salário com o passar do tempo também é fundamental, sendo para o curso de direito, um crescimento de 195% do salário inicial para o médio.

Segundo a empresa IDados, os números foram analisados através de dados fornecidos pelo Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, e pelo TEM – Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados avaliados pela pesquisa são dos cursos mais procurados pelos estudantes e qual a remuneração de cada um dos cargos após a conclusão da faculdade.

O Inep divulgou uma lista com 10 graduações que mais concentram matrículas no ensino superior, somando um total de 48,3% das matrículas. Os cursos mais procurados pelos estudantes são: ciências biológicas, enfermagem, educação física, administração, ciências contábeis, direito, engenharia civil, psicologia, medicina e pedagogia. Outro dado divulgado pelo Inep diz que 48,7% dos matriculados no ensino superior possuem diploma nas áreas mencionadas, ou seja, o número é similar a procura para a matrícula.

No caso dos dados levantados pelo Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, que faz parte do MTE, a empresa IDados avaliou o número de contratação para cada uma das áreas de graduação e analisou a criação de novas vagas nos últimos três anos. Outro dado levantado pela pesquisadora da IDados, Thaís Barcellos, foi feito de acordo com uma avaliação dos dados da RAIS – Relação Anual de Informações Sociais, e fala sobre a remuneração de cada uma das carreiras citadas.

Sendo assim, a pesquisa definiu uma média salarial para cada uma das 10 carreiras nos anos de 2005, 2010 e 2015. Dentro desses três anos avaliados, a remuneração média de três carreiras teve maior destaque: direito, medicina e engenharia civil. No ano de 2015, cada uma das áreas tinham a remuneração média em torno de R$ 10.763, R$ 8.522,84 e R$ 8.963,31, respectivamente.

 

As atrações turísticas de San Marino, que é o país menos visitado da Europa

Segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo), o país menos visitado do continente europeu é San Marino. Localizado  no interior centro-norte da Itália,  o seu centro histórico foi reconhecido pela Unesco, como Patrimônio Mundial. Apesar de ser um pequeno país e não receber a mesma quantidade de turistas que Londres, Paris, Roma, Alpes Suíços, Barcelona e diversas outras cidades europeias, San Marino possui diversos pontos turísticos que podem levar mais visitantes para esse destino.

San Marino é o quinto menor país do planeta que é independente, sendo considerado o estado soberano mais antigo do mundo. Ele possui cerca de 61 km2 e o seu PIB per capita, é um dos mais altos do mundo.

Um dos seus principais pontos turísticos são as três fortalezas, as de Cesta, Montale e Guaita, que estão localizadas no Monte Titan e possuem uma torre cada uma, onde é possível admirar a paisagem de todo o país.

O Palazzo Pubblico é a sede do governo, e possui a sua arquitetura em estilo neogótico, com uma torre quadrada e foi construído em pedra também no Monte Titan.

Outro local que chama a atenção dos visitantes é a Piazza della Liberta, onde é possível assistir durante o dia, a troca da guarda. Com os uniformes de cores coloridas, a cerimônia acaba sendo divertida, não podendo deixar de ser presenciada pelos turistas.

O Palazzo Pergami Belluzzi abriga o Museu Nacional, e possui um acervo com coleções arqueológicas com peças da Era Neolítica, além de antiguidades egípcias, achados romanos e etruscos, pinturas do século XVII, símbolos bizantinos e moedas antigas do país.

A basílica de San Marino foi edificada no séc. XIX, sobre uma outra do séc. IV. Ela possui um estilo neoclássico e por dentro, uma longa nave e dois corredores estão dispostos em frente aos altares da basílica.

Os turistas podem pegar um teleférico que faz o transporte do centro histórico até o monte Titan, que é o local mais alto de San Marino.

Outro ponto interessante é o Museu de Cera de San Marino, com cerca de cem personalidades de cera, entre eles as figuras do Papa João XXIII, Jacqueline Kennedy, Adolf Hitler, Giuseppe Garibaldi, Da Vinci com um pincel na mão e diversos outros.

 

Felipe Montoro Jens reporta os ganhos financeiros do governo com a privatização da Eletrobras

Há cerca de dois meses, no último dia 22 de agosto, o governo federal anunciou que a intenção é concluir o processo da privatização da Eletrobras no primeiro semestre de 2018. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, reporta que, segundo os cálculos da consultoria Thymos Energia, feitos a pedido do Estadão/Broadcast, essa é uma transação que pode render ao Tesouro Nacional cerca de R$ 17 bilhões.

Levantar recursos na Bolsa de Valores via uma oferta de novas ações e usar os recursos arrecadados para ajustar os contratos do setor elétrico é uma das opções discutidas pelo governo federal para vender o controle da empresa, destaca Felipe Montoro Jens. No entanto, de acordo com o governo, o reforço no caixa não é o principal objetivo da operação.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, trata-se de um movimento muito maior do que apenas uma necessidade arrecadatória. “Vamos entregar uma nova empresa muito mais ágil após esse processo, com capacidade de enfrentar os desafios em um cenário competitivo com empresas globalizadas”, afirmou Coelho Filho.

As duas modelagens de venda

São duas as opções para privatizar a Eletrobras. A mais simples seria a União vender a sua participação no capital da empresa, acentua Felipe Montoro Jens. Dessa forma, contudo, os valores recebidos pelo Tesouro nessa operação não poderiam ser utilizados para reduzir o déficit primário (resultado antes do pagamento dos juros da dívida) do governo, estimado em R$ 159 bilhões.

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, explica que “nesse caso, os recursos são inscritos como receitas financeiras, e não primárias. Não podem ser usados para o pagamento de despesas correntes”.

A outra opção seria a própria Eletrobras emitir um grande volume de novas ações na Bolsa suficiente para que a participação da União fosse diluída. Assim, o total dos recursos, que pode superar R$ 25 bilhões, ficaria com a própria empresa e, ainda que não recebesse nada com a privatização, o Tesouro acabaria garantindo um reforço considerável por conta de um processo que corre em paralelo, conforme explicado a seguir.

O processo paralelo

O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, explica que o governo Temer abriu consulta pública para alterar o marco regulatório do setor elétrico e, dentre as mudanças propostas, quer permitir que 91 usinas hidrelétricas que, atualmente, são forçadas a praticar um preço muito abaixo de mercado possam trocar seus contratos por um regime que seja economicamente mais vantajoso para essas usinas.

A questão é que a Eletrobras possui 14 dessas usinas e poderia passar a cobrar até R$ 150 por megawatt-hora (MWh), em vez dos atuais R$ 50 a R$ 60. A alteração do regime, chamada de “descotização”, contudo, solicita o pagamento de um bônus ao governo, que, hoje, a empresa não teria como pagar.

Entretanto, com o dinheiro recebido na privatização seria o suficiente para bancar os custos da mudança de regime da empresa, estimado pela consultoria Thymos Energia em R$ 25 bilhões, pontua Felipe Montoro Jens. Nem tudo, porém, iria para o governo.

A proposta que foi para consulta pública prevê que um terço do valor da alteração de contrato fique com a própria geradora, um terço sirva para abater encargos setoriais e o terço restante vá para o Tesouro. Mas o governo já sinalizou que pode tentar ficar com dois terços desse valor, o que daria em torno de R$ 17 bilhões”, informou o presidente da Thymos, João Carlos Mello.

Na manhã no dia 05/10, quinta-feira, dois agentes da polícia civil foram presos em flagrante durante uma operação em São Paulo (Cidade de Piracicaba). A operação “Fusca Amarelo” foi uma iniciativa do MP (Ministério Púbico), que tinha o intuito de capturar ladrões de veículos. Durante a operação, dois policiais foram pegos em flagrante conversando com os criminosos caçados na operação. Além dos dois, mais quatro agentes foram detidos para prestar depoimento, mas foram liberados. Um dos envolvidos trabalhava no setor financeiro da polícia em quanto o outro atuava na transferência de detentos. Ambos foram levados de Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) para a Corregedoria da corporação na capital de Piracicaba. Ainda não foram divulgados os áudios de conversas telefônicas gravadas que os criminosos tiveram. A operação possui um único objetivo, prender criminosos que atuam em furtos e roubos de veículos. Mais dois suspeitos foram presos e mais de 15 mandatos de prisão foram expedidos. Além disso, mais de 30 mandatos de busca e apreensão. Um rapaz também foi preso em Paulínia, era quem recebia e negociava os itens roubados dos veículos desmontados. E de acordo com a polícia militar, ele era um dos membros mais importantes da quadrilha. Além da prisão, as autoridades ainda encontraram objetos de valor no local do crime, como documentos de veículos, computadores, mais de 60 dólares e 50 euros. Em sua outra residência, também foram encontrados inúmeras peças de com a numeração raspada. A Secretaria Estadual divulgou uma nota que todos os envolvidos da operação será devidamente analisada e que tomarão medidas cabíveis para com a situação. Operação Fusca Amarelo A base da operação vem de uma delação da Promotoria de Justiça das cidades de Piracicaba e Americana, onde 20 nomes foram citados, no qual mais de 13 foram suspeitos de fazer parte da organização criminosa. O nome “Fusca Amarelo” representa um termo que foi usado na época em que eles eram o veículo mais furtado. Depois que o Ministério Público e a Polícia Militar se reuniram para tratar dos casos de roubo, eles optaram pelo nome. Durante esse período um número muito grande de veículos furtados estava sendo relatado. Foi quando eles descobriram sobre a organização criminosa.

 

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Melbourne, Austrália

Uma cidade para se estabelecer é um dos pontos importantes para quem busca por uma melhor qualidade de vida. Um estudo publicado pela revista inglesa The Economist, classificou as melhores cidades do mundo para se morar em 2017.

Todos os anos um estudo é realizado pela Economist Intelligence Unit, analisando 140 cidades pelo mundo e classifica cada uma com notas entre 1 (ruim de se viver) a 100 (considerada ideal). Baseadas nessa pontuação são realizadas as definições para revelar quais cidades possuem as melhores condições de vida.

Os critérios usados para classificar as cidades são educação, infraestrutura, estabilidade, meio ambiente e cultura. A partir da pontuação desses critérios foram realizadas avaliações para revelar as cidades que atingiram boas notas.

Melbourne, Austrália, foi a cidade que ficou na primeira posição esse ano pela sétima vez consecutiva, é a segunda maior cidade do país. O estilo de vida do lugar atrai estudantes que podem viver em meio a edifícios high tech e as ótimas praias que estão região. A pontuação geral para Melbourne foi de 97,5. Nos critérios de educação, saúde e infraestrutura a cidade alcançou a nota máxima, 100.

A segunda melhor cidade para se viver é Viena, Áustria. Com mais de 1,6 milhão de habitantes Viena é a cidade mais populosa do país. O lugar tem fama internacional por suas músicas e compositores. No nordeste da Áustria, a cidade apresenta um baixo índice de criminalidade. Os diversos edifícios elegantes encantam quem passeia pelo lugar que também possui palácios históricos. A pontuação de Viena, de acordo com o estudo foi de 97,4.

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Vancouver, Canadá

Para quem gosta de caminhar, a terceira cidade classificada no ranking da The Economist foi Vancouver, no Canadá. A cidade foi eleita como “a melhor para caminhar” em 2010 pela revista Up!Magazine. O lugar estimula a consciência ambiental e é reconhecido por sua sustentabilidade, o que a tornou uma das mais limpas do mundo. A repressão ao crime na cidade também é uma ação recorrente para evitar a violência e o tráfico de drogas. A pontuação geral de Vancouver foi de 97,3, em relação à saúde, a cidade atingiu a pontuação máxima.

 

Operação “Fusca amarelo” prende policiais civis envolvidos em crimes

Na manhã no dia 05/10, quinta-feira, dois agentes da polícia civil foram presos em flagrante durante uma operação em São Paulo (Cidade de Piracicaba). A operação “Fusca Amarelo” foi uma iniciativa do MP (Ministério Púbico), que tinha o intuito de capturar ladrões de veículos. Durante a operação, dois policiais foram pegos em flagrante conversando com os criminosos caçados na operação. Além dos dois, mais quatro agentes foram detidos para prestar depoimento, mas foram liberados.

Um dos envolvidos trabalhava no setor financeiro da polícia em quanto o outro atuava na transferência de detentos. Ambos foram levados de Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) para a Corregedoria da corporação na capital de Piracicaba. Ainda não foram divulgados os áudios de conversas telefônicas gravadas que os criminosos tiveram.

A operação possui um único objetivo, prender criminosos que atuam em furtos e roubos de veículos. Mais dois suspeitos foram presos e mais de 15 mandatos de prisão foram expedidos. Além disso, mais de 30 mandatos de busca e apreensão.

Um rapaz também foi preso em Paulínia, era quem recebia e negociava os itens roubados dos veículos desmontados. E de acordo com a polícia militar, ele era um dos membros mais importantes da quadrilha. Além da prisão, as autoridades ainda encontraram objetos de valor no local do crime, como documentos de veículos, computadores, mais de 60 dólares e 50 euros.

Em sua outra residência, também foram encontrados inúmeras peças de com a numeração raspada. A Secretaria Estadual divulgou uma nota que todos os envolvidos da operação será devidamente analisada e que tomarão medidas cabíveis para com a situação.

Operação Fusca Amarelo

A base da operação vem de uma delação da Promotoria de Justiça das cidades de Piracicaba e Americana, onde 20 nomes foram citados, no qual mais de 13 foram suspeitos de fazer parte da organização criminosa.

O nome “Fusca Amarelo” representa um termo que foi usado na época em que eles eram o veículo mais furtado. Depois que o Ministério Público e a Polícia Militar se reuniram para tratar dos casos de roubo, eles optaram pelo nome. Durante esse período um número muito grande de veículos furtados estava sendo relatado. Foi quando eles descobriram sobre a organização criminosa.

 

Antibiótico dado a animais podem estar criando superbactéria

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Já faz algum tempo que a compra de antibióticos é condicionada a uma autorização médica, em forma de receita. Por mais que essa lei seja constantemente burlada, segundo os médicos esse controle é muito importante, pois é imprescindível que o paciente consuma o remédio correto e respeite exatamente o tempo designado para o tratamento. Do contrario, as bactérias podem evoluir numa velocidade mais rápida que a ciência consegue produzir remédios para combatê-los, e o cenário pode ficar caótico.

O maior perigo é a criação de superbactérias imunes à medicação atual. No entanto, por mais que exista esse cuidado e mesmo que as pessoas respeitem consumir de forma correta, atualmente tem acontecido algo perturbador. Os animais também tomam antibióticos para combater doenças e para obter mais peso. Muitas vezes esse uso é irregular, e esses animais podem estar criando super micro-organismos, que as pessoas irão consumir.

Foi publicado recentemente na revista Science, uma pesquisa realizada por um grupo de pesquisadores preocupados com o uso irrestrito desses medicamentos no trato de animais. Os resultados são alarmantes. A pesquisa é destrinchada em detalhes na publicação e os pesquisadores fornecem dicas para que esses antibióticos sejam reduzidos na alimentação desses animais.

“A ideia de conduzir o estudo veio após uma reunião de alto nível sobre resistência antimicrobiana (AMR, pela sigla em inglês) ocorrida no ano passado, na Assembleia Geral da ONU, que foi seguida por uma declaração. Nela, as Nações Unidas pedem aos estados-membros que tomem ações sobre AMR” declarou Thomas Van Boeckel, um dos responsáveis por esse trabalho. .

Thomas e os demais pesquisadores analisaram que há 4 anos, o uso já ultrapassava 130 mil toneladas de antibióticos, eles disseram que daqui a 13 anos, se esse ritmo continuar, a alimentação desses animais estará recebendo uma carga que ultrapassara 190 mil toneladas de antibióticos, um acréscimo que supera 50%.

Ramanan Laxminarayan, outro autor da pesquisa, explicou que esse medicamento esta sendo usado para substituir cuidados com boa nutrição e higiene na agropecuária. Ele disse que tal comportamento é insustentável, e pode por em risco a eficácia dos antibióticos atuais.

 

Sobre a maioridade penal no Brasil

Vez ou outra entra em pauta no cenário nacional os debates sobre a redução da maioridade penal. O assunto recebe inúmeras críticas e posições contrárias e parece não interessar muito ao povo em geral. Os embates se dão na esfera política, Ongs, Ministério dos Direitos Humanos entre outras correntes em defesa dos direitos da criança e do adolescente.

A grande questão em reduzir de dezoito para dezesseis anos a idade em que indivíduos paguem pelos crimes que cometem numa sociedade que sequer possui educação e ensino de primeira qualidade, é a abrangência da lei, principalmente como se darão e se cumprirão as penas impostas aos infratores.

O modelo prisional brasileiro é fracassado, além de corrupto e inepto. As várias revoltas ocorridas recentemente sugerem que colocar adolescentes em meio a marginais, nos presídios brasileiros somente corroborará para o investimento no crime transformando indivíduos ainda em formação em elementos perigosos e recrutados por facções violentas e inescrupulosas.

De outro lado a crescente marginalidade nesta faixa etária assusta tanto a população como as autoridades policiais e de justiça, uma vez que longe do alcance das leis e da justiça esses adolescentes passam impunes pelos crimes que cometem. Facções criminosas utilizam-se desses meninos e meninas com o objetivo de alcançar lucros com seus crimes e os disciplinam na carreira da “bandidagem”, blindando-os em comunidades criminosas, retirando-os de suas famílias e principalmente induzindo-os ao consumo de drogas e utilizando a dependência química para a prática de crimes.

A sociedade brasileira parece estar em estado catatônico, alheia à realidade que a cerca e parece pouco se importar com as coisas que acontecem ao seu redor. Parece atordoada pelas práticas criminosas de seus políticos e esquecem uma parcela da sociedade que precisa da sua atenção e principalmente de suas manifestações de justiça em favor dos menos favorecidos e daqueles abandonados por famílias desajustadas e que colocam cada vez mais no seio da sociedade uma “molecada” totalmente despreparada e formada para a vida.

Que pese ao contrário, a redução da maioridade penal se aplicada de forma coerente e encarcerando os infratores da lei em ambientes diferenciados dos presídios comuns poderia atingir parcelas de percentuais positivos tanto em benefício da sociedade quanto em benefício dos próprios infratores, no entanto esperar que isso aconteça no Brasil parece utopia dos mais crédulos numa justiça cega e igual para todos.