Algumas lojas de Nova York que não podem faltar na sua próxima visita a essa cidade

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Visitar Nova York é sempre um prazer imenso, já que a cidade possui diversas atrações, como museus, monumentos, parques, assistir peças na Broadway e com certeza, fazer muitas compras. Cinco lojas das muitas que não podem faltar em uma visita a Nova York são:

– A principal loja da Apple está localizada na 5ª Avenida, e quase todo o ano, as pessoas precisam enfrentar filas, já que quando os produtos são lançados, a procura por eles é bem grande. A sua entrada em forma de cubo de vidro, que fica ao sul do Central Park, representa muito mais do que uma loja localizada no subsolo, já que atualmente essa loja já virou um ponto turístico também.

– Uma das mais tradicionais redes de lojas de departamentos,  a Bloomingdale’s  ocupa oito andares e abrange um quarteirão inteiro. Vários artigos tanto masculinos quanto femininos, de várias marcas famosas, além de roupas infantis, roupas, acessórios, perfumes, cosméticos e outros produtos, além de serviços de câmbio. Os seus funcionários falam diversas línguas, incluindo o português. A loja também oferece entregas em hotéis para os seus clientes.

– A Century 21 é uma loja para aquelas pessoas que desejam fazer compras, sem gastar muito e que não desejam sair de Nova York, para ir aos conhecidos outlets em cidades vizinhas. Ela fica em frente ao Ground Zero, que é o memorial em homenagem as vítimas do World Trade Center. Sempre é preciso um pouco de paciência para encontrar boas peças, inclusive peças de grifes, nos seus três andares e com descontos chegando até 75%.

– A M&Ms World é o sonho de qualquer amante de doces, já que são três andares repletos de confeitos de chocolate e vários kits de M&Ms, além de produtos temáticos como chaveiros, roupas, jogos, louça, confres, bolas e vários outros.

– Uma das principais lojas de produtos esportivos de Nova York é a Niketown. Todos os tipos de produtos da Nike são encontrados nos seus cinco andares, divididos em setores como femininos, masculinos, sportswear e futebol. Nessa loja alguns atendentes falam o português, já que muitos brasileiros estão acostumados a visitar a loja.

Com o rompimento de uma “tradição”, Luiz Carlos Trabuco assumiu a presidência do Banco Bradesco

Existia uma espécie de tradição no banco Bradesco – os nomeados para ocupar o cargo de presidente da instituição, antes de Luiz Carlos Trabuco, nunca foram os nomes que saíram na frente na disputa.

O banco teve quatro presidentes. O primeiro foi o fundador Amador Aguiar, o segundo foi o seu sucessor Lázaro Brandão – este considerado um “azarão” em 1981 quando concorreu à presidência. Em seguida o mesmo aconteceu com Márcio Cypriano, antecessor de Luiz Carlos Trabuco – pouco se falava dele quando se discutia a respeito da sucessão de Brandão, que precisaria ser feita em 1999.

Quem quebrou a sequência das não obviedades? Justamente Luiz Carlos Trabuco. O executivo nascido em 6 de outubro de 1951 no município de Marília, em São Paulo – formado em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH–USP) e pós-graduado em Sócio-psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) – era mesmo o nome mais cotado para assumir o cargo.

Luiz Carlos Trabuco era, na época, vice-presidente-executivo e chefe da Bradesco Seguros – aos 57 anos de idade foi indicado pelo conselho de administração para liderar a instituição a partir de março de 2009. Em todas as conversas com executivos do mercado financeiro sobre a sucessão de Márcio Cypriano, era o nome dele – que já estava há 40 anos na casa e conhecia bem a companhia financeira de Amador Aguiar –  um dos mais citados. Além disso, Trabuco Cappi começou na instituição como escriturário e passou por todos os escalões de hierarquia da empresa – cabia bem no conceito de um perfil de “continuidade e renovação” valorizado pelo Bradesco.

Concorrência forte

José Luiz Acar Pedro, que chegou ao grupo depois da compra do Banco de Crédito Nacional (BCN), em 1997, bem como Roger Agnelli (3 de maio de 1959 – 19 de março de 2016), na época, presidente da Vale eram dois que disputavam a vaga com o atual presidente do Banco Bradesco. Contudo, a tradição foi mesmo quebrada e o eleito foi o nome mais falado.

Luiz Carlos Trabuco assumiu a presidência em um momento difícil para a instituição, pois ela havia acabado de perder a liderança no mercado financeiro. Entretanto, segundo declarações do executivo, na ocasião, liderar em si não era um objetivo, mas sim fazer o melhor trabalho nos municípios atendidos pela instituição.

Contudo, em 2015, o executivo fez um dos lances mais ousados à frente da instituição bancária fundada por Amador Aguiar – comprou a filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões e manteve o grupo nas primeiras colocações no ranking de ativos. A transação lhe rendeu, ainda, o título de Empreendedor do Ano nas Finanças, dado pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três.

 

Canadá fica em primeiro lugar em desempenho educacional na lista do OCDE

Quando o assunto é qualidade de ensino os países nórdicos, como a Finlândia, a Noruega, e algumas potências mundiais, como a Coreia do Sul e a Cingapura, aparecem em primeiro lugar nas citações. No entanto, há um país que aparece raramente nessa discussão, mas que está atualmente no topo no quesito educação à nível global, o Canadá.

A OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, elaborou uma rodada de exames através do programa Pisa – Programa Internacional de Avaliação de Alunos, para avaliar o ensino dos países. Na mais recente realização do programa, o Canadá foi o país que mais se destacou, ficando entre os dez melhores em matérias como, matemática, interpretação de texto e ciências.

Essas provas que foram aplicadas são a maior fonte de dados coletadas a nível internacional sobre o desempenho escolar dos países. Dessa forma, a conclusão foi de que os jovens canadenses são virtuosos em desfrutar de uma das melhores educações do mundo.

O desempenho educacional do país superou o de seu maior vizinho, os Estados Unidos, e até mesmo o de países europeus como a França e o Reino Unido que, de certa forma, mantém laços culturais com o Canadá.

Além do desempenho educacional entre os jovens, o Canadá também é o país que mantém o maior número de pessoas adultas com educação superior, sendo um total de 55%. A média para essa classificação fica em torno de 35% nos mais variados países, segundo o OCDE.

Um quesito interessante é que os países que apresentam melhores desempenhos em educação costumam ser menores, sendo eles com sociedades homogêneas, e na maioria com um sistema de educação integrado em todo o país.

Nesse caso, o Canadá também se destaca por não ter um sistema educacional que funcione em todo o país. A educação do país é controlada de acordo com cada província, sendo assim elas são totalmente autônomas na hora de escolher a melhor forma de ensino para seus habitantes.

Essa ligação peculiar de um ótimo desempenho com o Canadá, também pode ser explicada pelo alto número de estudantes estrangeiros que fazem faculdade no país. De um modo geral, isso foi usado para justificar a liderança do país nesse ranking mesmo sem ter um sistema nacional de educação.

 

 

Estudo afirma a importância de utilizar esponjas novas na cozinha

Um estudo realizado pelos alemães sobre a proliferação de bactérias em utensílios utilizados na pia da cozinha, em objetos de limpeza, como rodos de pia, paninhos utilizados diretamente na pia e principalmente as esponjas de lavar louças, enfatiza a grande importância de se trocar a esponja de lavar louças em um período definido. O estudo também aconselha a não utilizar panos e outros utensílios na pia.

As pessoas de um modo geral acreditam que é dentro do banheiro que se encontra as maiores quantidades de bactérias em uma casa, mas isso não é verdade. Segundo um estudo, as bactérias estão contidas em maior número e potencial de risco na cozinha das casas. O estudo foi realizado na Universidade Furtwangen, localizada na Alemanha, afirmando que o lugar com a maior incidência de micro-organismos em uma casa, é a esponja de lavar louças e objetos que estão na pia, como panos utilizados e pequenos recipientes plásticos que guardam esses objetos.

“Ela possui uma maior diversidade bacteriana do que se imaginava anteriormente”, disseram os responsáveis pelo estudo sobre as esponjas de lavar louças. O estudo teve como critério 14 esponjas de marcas diferentes analisadas, e foi anunciado na revista Scientific Reports.

Mesmo que as pessoas tentem fazer alguma forma de profilaxia na esponja, isso não ocorre de fato, mesmo que seja utilizada água fervendo na esponja, os riscos de ainda haver bactérias existem e elas não são totalmente eliminadas de fato. Além de não ser aconselhado pelos cientistas qualquer forma de limpeza nessas esponjas, o fato de que elas podem acarretar bactérias letais em grandes quantidades, segue vários embasamentos científicos e normas técnicas já existentes antes deste estudo realizado na Alemanha.

“Então, nós sugerimos uma substituição regular das esponjas de cozinha”, afirmam os responsáveis pelo estudo. Essa mudança de esponjas deve ser realizado constantemente no prazo de uma semana. Entre as bactérias causadoras de doenças, foram encontradas bactérias com capacidade de resistência muito superiores a antigas análises já realizadas em outros estudos.

A troca deveria ocorrer, até porque, entre esses milhões de bactérias, algumas têm grandes potenciais de causar doenças. Elas tendem a se tornar mais resistentes com o passar do tempo e vão ficando cada vez mais fortes.

Cientistas identificaram marcas misteriosas deixadas por canibais em ossos

O canibalismo cometido entre os humanos da idade antiga já foi comprovado por cientistas através de provas significativas. Diversos ossos que foram encontrados em diferentes regiões do mundo com ranhuras são provas de que os humanos comiam uns aos outros. No entanto, um osso encontrado no Reino Unido tem intrigado os pesquisadores com ranhuras em formatos de ziguezague. A especulação em cima disso é de que as marcas deixadas pelos canibais façam parte de uma espécie de ritual antigo.

O osso analisado pelo estudo corresponde ao antebraço de um humano pré-histórico. Segundo as observações dos pesquisadores, o antebraço teria sido desarticulado do corpo, através de cortes em filetes e posteriormente mastigado por um canibal. Apesar de todas essas características serem bastante comuns em outros ossos analisados, a curiosidade está nas marcas em ziguezague que não correspondem a nenhum tipo de dano ocasionado pela ação do canibalismo.

A prática de canibalismo na caverna no Reino Unido – mais especificamente em Gough, região em que fica Somerset – já havia sido identificada pelos pesquisadores há algum tempo. Os cientistas revelaram que a descoberta foi de traços desconhecidos que foram realizados após o consumo da carne.

A suposição é de que as marcas encontradas façam parte de um ritual ou de algum outro aspecto simbólico. Além de ter sido encontrada no osso analisado, as marcas misteriosas também foram vistas em outros objetos que correspondem ao mesmo período, o que indica uma ritualização do acontecimento.

A comprovação científica dos pesquisadores que foi publicada na revista Plos One, é de que as marcas foram realizadas de forma intencional. Sendo assim, as marcas encontradas no antebraço – mais especificamente no osso rádio – não correspondem as marcas que são feitas pela carnificina ou pelos dentes dos canibais.

A estudiosa do Museu de História Natural de Londres, Silvia Bello, revelou: “As marcas cravadas no osso da caverna de Gough são semelhantes as gravuras observadas em outros locais de cultura Magdalenian do período Paleolítico da Europa. O que é inusitado neste caso é a escolha da matéria-prima, que foi o osso humano, e o contexto canibal em que foi produzido”.

Silvia Bello ainda acrescentou dizendo: “A sequência de alterações realizadas neste osso sugere que se trata de um componente premeditado da prática canibal, rica em conotações simbólicas. Embora em análises anteriores a gente pudesse sugerir que o canibalismo na caverna de Gough tinha sido praticado como um ritual simbólico, este estudo fornece uma evidência ainda mais forte”.

 

Atividades que aumentam a expectativa de vida

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Segundo um novo estudo desenvolvido em parceria entre cientistas americanos e alemães, práticas simples como não fumar, consumir álcool de forma moderada e manter o corpo em forma e sem sobrepeso, são medidas que podem aumentar a expectativa de vida saudável dos indivíduos em até sete anos.

De acordo com um dos autores do estudo, o diretor do Instituto Max Planck para Pesquisa Demográfica, Mikko Myrskylä, atualmente tem sido comum especular que o avanço tecnológico é a chave para se  manter uma vida mais longa e saudável.  Contudo, através desse estudo, os pesquisadores chegaram a conclusão de que essas práticas simples e sem custo algum, já são o bastante para resultar em uma expectativa de vida mais longa.

Ao longo do estudo, foram analisadas cerca de 14 mil pessoas que possuiam idades entre 50 e 89 anos. Durante um período de 14 anos, os voluntários foram entrevistados a cada dois anos acerca dos seus hábitos mais comuns no dia a dia. Entre os critérios utilizados para classificar os participantes do estudo em grupos, os pesquisadores definiram que aqueles que tinham a massa corporal (IMC) abaixo ou igual a 30, não eram tidos como obesos.

Além disso, foram considerados como não-fumantes os participantes que haviam tragado um número de cigarros inferior a 100 ao longo de suas vidas. Por fim, no que diz respeito às bebidas, os valores eram diferentes entre os sexos, pois para as mulheres, o consumo moderado era de até sete drinques por semana, enquanto para os homens, esse valor era de quatorze drinques ou menos.

A partir de todos esses critérios, os pesquisadores chegaram ao resultado sobre os benefícios de não fumar, beber apenas moderadamente e não ser obeso, em termos de longevidade. Esse foi o primeiro estudo já realizado no mundo a investigar vários hábitos saudáveis de forma simultânea em relação a expectativa de vida.

Por fim, Mikko Myrskylä destacou que a prevenção é o mais importante para quem espera ter uma vida extensa e saudável. Isso acontece pois as pessoas que não apresentam comportamentos e atitudes arriscados, são definitivamente as mais propensas a alcançarem vidas longas e sem enfermidades graves.

 

Conferência em Portugal aborda os custos da medicina do futuro – com Felipe Montoro Jens

Quem pagará a saúde do futuro foi um dos pontos de discussão da conferência “Seguros: Desafios na Saúde”, organizada pelo Expresso e pela Tranquilidade/Açoreana Seguros, e promovido pela AdvanceCare –  no dia 21 de junho, em Lisboa. Quem reporta o assunto é o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

“As despesas de saúde continuam a crescer sempre acima do PIB [Produto Interno Bruto]. Neste momento, gastamos 7% do PIB [de Portugal]. E agora caminhamos para que os cuidados de saúde sejam cada vez mais personalizados e prestados de forma digital e o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não tem como providenciar isso, pelo menos sozinho”, ressaltou o ex-ministro da Saúde em Portugal, Luís Filipe Pereira, durante a conferência.

Felipe Montoro Jens salienta que médicos online e ao domicílio, videoassistência, e-receitas, portais digitais, marcações de consultas no telemóvel, simuladores online de custos de cirurgias, rankings de unidades de saúde por especialidade, equipamentos e máquinas de diagnóstico robotizadas, são alguns exemplos do que é a chamada saúde do futuro. E, segundo Luís Filipe Pereira, ela precisará ser cofinanciada pelo poder público e pelo poder privado.

“Defendo um Sistema de Saúde Nacional, ou seja, abrir o SNS à iniciativa privada e social […] O Estado deve assumir-se mais como regulador do que como prestador dos serviços. Não tem de providenciar todos os cuidados de saúde. Pode contratá-los junto aos privados”, pondera o ex-ministro da Saúde.

O especialista, Felipe Montoro Jens, destaca que quem também participou da mesa de debate da conferência em Portugal foi o presidente do Conselho de Administração do Hospital das Lusíadas, José Carlos Magalhães. Para ele, “o Estado pode contratar seguradoras pagas por si, permitindo aos cidadãos usar o SNS ou o privado”. Magalhães ainda acentuou: “Nós não somos competidores, somos parceiros. O bem-estar do paciente é o mais importante e não importa como lá chegamos”.

Outro ponto levantado no evento do dia 21 de junho foi a liberdade de escolha do usuário do serviço de saúde – como por exemplo, “não ter de ir só ao hospital da sua área”, citou Luís Filipe Pereira. Na conferência, o ex-ministro da Saúde em Portugal ainda acrescentou que a falta de liberdade de escolha e de acesso aos cuidados de saúde tem sido um dos grandes problemas do setor no país. Para ele, essa é uma das razões pelas quais surgem cada vez mais pessoas que preferem pagar seguros para ter acesso a unidades privadas em vez de usar o SNS, que é gratuito, destaca Felipe Montoro Jens.

Outras duas personalidades também compartilham da opinião de Luís Filipe Pereira – o presidente do Conselho José Carlos Magalhães e o administrador da AdvanceCare, Luís Drummond Borges. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, reporta que ambos acreditam que dar mais liberdade de escolha é essencial para o sistema de saúde em Portugal funcionar melhor.

Mulher que já lutou 3 vezes contra o câncer lança livro para ajudar pacientes

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Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças com uma coisa incomum, o crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos. Muitos tipos de câncer, se forem diagnosticados e tratados no início tem ótimas chances de cura. Tão pesado quanto o diagnóstico e o tratamento, é o estigma que a palavra câncer traz. Alguns tem tanto medo que se recusam a fazer exames preventivos e outros evitam até conviver com quem tem a doença.

Há 14 anos, a vida da escritora Érica Carvalho, deu uma guinada: “Foi bem no dia do meu aniversário que eu recebi a notícia que eu estava com câncer de mama. Eu fiz o que tinha que fazer, fiz a quimioterapia, fiquei careca, usava lenço”, diz Érica. Ela venceu a batalha contra o câncer de mama temporariamente. “Depois de 8 anos eu comecei com uma tosse que não parava mais, procurei um médico e fizemos vários exames, descobrimos que o câncer havia voltado em forma de metástase”, diz Érica.

Entre o primeiro diagnóstico e o tratamento atual, Érica descobriu uma nova paixão: escrever. Decidiu transformar a sua história em um livro chamado: “Câncer? Vencendo pela 3ª Vez”, para inspirar outras pessoas.

Aqui no Brasil estimasse que 600 mil novos casos de câncer surgem por ano, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, em homens, mulheres e crianças, sem distinção de idade ou classe social. “Mais ou menos 10% dos casos de câncer são hereditários, 30% deles são causados pelo hábito de fumar e 15% dos casos estão relacionados com micro-organismos como vírus e bactérias. O restante é causado pelos hábitos de vida não adequados, como falta de exercícios físicos, má alimentação e o estresse do dia a dia”, diz o cirurgião oncologista do AC Camargo, Ademar Lopes.

Em cerca de 80% dos casos, existe cura se a doença for diagnosticada precocemente. Além da doença, muitos pacientes enfrentam outro desafio: o preconceito. Falar abertamente sobre o tema é um dos primeiros passos para desmistificar a doença. “A desmistificação é importante porque nós podemos curar uma quantidade grande de pacientes com câncer, se fizermos diagnósticos precoce e um tratamento adequado”, diz Ademar.

“Se você passa por isso você tem que ter duas coisas importantes: um médico de confiança e fé. Você tem que ter muita vontade de viver, pois se você se entregar você não consegue chegar nem na metade. Procurar se distrair com coisas que a pessoa goste de fazer, procurar assistir bastante filmes de comédias, rir bastante, sempre sendo o máximo possível ativa. A alimentação é um dos maiores fatores para o desenvolvimento da doença quanto para a cura. É como os sábios já disseram: ‘você é o que você come'”, diz Érica.

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Ansiedade: um mal da modernidade

 

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Em um mundo cada vez mais competitivo,cheio de informações e muita pressa, torna-se diariamente mais comum as pessoas serem acometidas pela ansiedade.

Este mal que afeta uma grande quantidade de pessoas, já faz parte da rotina de milhares de pessoas pelo mundo.

A doença

Sendo uma característica biológica típica dos seres humanos e animais, a ansiedade surge quando nos encontramos diante de situações reais ou imaginárias que podem nos colocar em ameaça ou perigo.

Portanto, nos tornamos escravos de expectativas e, estas expectativas podem gerir nosso dia-a-dia, nossa saúde, nossa qualidade de vida.

Sintomas

Cada dia mais presente em nosso cotidiano, entre outros, a ansiedade pode se apresentar por meio de :

Vertigens,vômitos,dificuldades para dormir,falta de ar,dores no peito, palpitações,boca seca,insônia,sensação de nó na garganta,confusão, tensão muscular…

Dores crônicas

Dependendo do nível de ansiedade, o corpo pode desenvolver vários sintomas que podem, até mesmo comprometer nosso desempenho no trabalho e gerar dores físicas.

Recentemente, o site exame relatou o resultado de um estudo que aponta a ansiedade e transtornos de humor como causadores de doenças crônicas.

O estudo ainda aponta a associação da ansiedade com doenças respiratórias, artrite,doenças cardiovasculares e hipertensão.

Tratamento

Psicoterapia e ansiolíticos recomendados por um especialista, são bastante recomendados nos casos de ansiedade e depressão.

Há também um tratamento complementar capaz de produzir bons resultados diante de males assim.

Em março de 2017 o governo federal incluiu no SUS( Sistema Único de Saúde) por meio de uma Portaria Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial da União a oferta de práticas Integrativas e Complementares como a meditação, musicoterapia, arteterapia, reflexoterapia, Yoga, Reiki terapia comunitária integrativa e outras.

A inclusão de tais práticas agrada aos adeptos de busca alternativa para cura dos males das urgências que acometem a vida moderna. Algumas são práticas milenares bastante difundidas e praticadas no oriente.

Portanto, seja qual for o grau de sua ansiedade, vale a pena investir no bem-estar de sua mente, fazer uma pausa para respirar de forma consciente e tranquila e buscar ajuda de um médico especialista.

 

STF diz ser inconstitucional incluir ICMS sobre PIS e COFINS – reporta Ricardo Tosto

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Não é novidade para o Supremo Tribunal Federal (STF), sendo ele a maior instância do poder judiciário nacional, a abordagem de discussões que têm como pauta a composição dos cálculos relacionados às contribuições financeiras do país.

De acordo com o experiente advogado brasileiro Ricardo Tosto, em meados de março, após muitos anos a espera de uma decisão, o STF julgou o RE 574.706/PR, que se refere à inclusão do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre a base de cálculo do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), onde, diante da maioria dos votos alcançados pelos integrantes da Suprema Corte, concebeu como inconstitucional a inclusão do imposto sobre as citadas contribuições.

O veredito decretado pelo STF ocorreu na sede da repercussão geral, em recurso extraordinário. Por não haver uma posição declarada e definitiva quanto aos efeitos da decisão tomada, não era possível prever as diferentes maneiras que os contribuintes seriam afetados, entretanto, era de conhecimento geral que este parecer afetaria diretamente grande parte dos contribuintes brasileiros, reportou Ricardo Tosto.

Adoção de medidas judiciais

Inicialmente, para aqueles contribuintes que optaram por investir nas ações judiciais buscando o cancelamento da inserção do ICMS nos cálculos da COFINS e do PIS, como também a compensação da quantia recolhida indevidamente, mas que se encontravam com seus recursos suspensos, segundo o recente entendimento do STF, agora poderão ter suas questões atendidas. Porém, em relação ao pagamento indevido, em respeito ao artigo 170-A, do Código Tributário Nacional, será necessário esperar o trânsito em julgado da decisão judicial.

Segundo Ricardo Tosto, naquele momento, não era possível informar com precisão se os contribuintes que não ajuizaram medidas judiciais até antes da decisão da Suprema Corte poderiam requerer o reconhecimento da não inclusão do ICMS sobre o PIS e a COFINS referentes aos exercícios próximos ao vencimento, juntamente com o pleito de ressarcimento dos recolhimentos indébitos.

Visão da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN)

Tendo em vista os prejuízos futuros que serão causados aos cofres públicos por meio da queda na arrecadação anual, cuja estimativa chega em R$20 bilhões ao ano, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) reiterou sua intenção em recorrer ao Supremo Tribunal Federal sobre sua decisão oficial. O intuito de apresentar embargos declaratórios é o de requerer a postergação da modulação dos efeitos da sentença para o início de 2018, ressaltou Ricardo Tosto. Para a PGFN, caso a aplicação da mudança viesse a ser aplicada ainda em 2017, a União poderia arcar com uma redução de aproximadamente R$100 bilhões de reais na arrecadação, sendo esta quantia referente à compensação de recolhimento indébito do ano de 2016.

Ainda conforme as informações transmitidas ao advogado Ricardo Tosto, somente após a modulação dos efeitos ser julgada em caráter permanente e o trânsito em julgado do “leading case” acontecer, poderá ser oferecido aos cidadãos uma definição mais clara e precisa sobre os efeitos da decisão para os contribuintes do país.