Museus no Reino Unido fazem homenagens no centenário das sufragistas

Em 2018, completa-se cem anos desde que foi instaurado o “Representation of the People Act”, uma emenda na legislação da Inglaterra que garantiu que as mulheres tivessem o direito votar. Para a comemoração desse centenário, o Reino Unido tem organizado e patrocinado eventos e exposições em sete cidades, Manchester, Londres, Bristol, Leicester, Leeds, Nottingham e Bolton, as quais tiveram uma relação direta com o movimento sufragista do início do século XX.

O movimento sufragista da Inglaterra possui uma relevância enorme para o feminismo e a cultura popular, já tendo sido representado várias vezes no cinema e na televisão. A representação mais recente aconteceu em 2016, no filme “As Sufragistas”, estrelado pela ganhadora do Oscar, Meryl Streep.

Segundo as notícias, na cidade de Manchester, que é onde surgiram as primeiras iniciativas do movimento sufragista, foram programados três eventos de grande porte. O primeiro aconteceu no mês de março e foi chamado de “Wonder Woman 2018”, o qual contou com debates, exibições e apresentações artísticas sobre o tema em vários pontos da cidade.

Um dos grandes destaques desse evento foi a exposição “She Bangs The Drums”, que ficou exposta no Museu da Ciência e Indústria de Manchester. Durante essa exibição, os visitantes tiveram a chance de assistir a uma performance de teatro que recriou com maestria a história das mulheres que revolucionaram a democracia da Inglaterra no início do século passado.

Além disso, o People’s History Museum, também na cidade de Manchester, colocou em exibição desde o início de junho uma coleção de artigos históricos que foram usados pelas sufragistas no ano de 1908, que incluem broches, banners e cartoons. Por outro lado, a casa Pankhurst Centre, que é onde ficava a residência da líder do movimento sufragista britânico, Emmeline Pankhurst, está promovendo vários eventos e workshops em comemoração ao centenário.

Na capital Londres, por sua vez, o Museum of London manterá em exibição até fevereiro de 2019 a exposição “Votes for Woman“, a qual é formada por várias atividades interativas com foco no público de todas as idades, incluindo jogos, banners, workshops e conteúdo histórico sobre a origem do movimento e como ele foi importante para a sociedade britânica.

Reforma trabalhista reduziu em 86% a arrecadação sindical

No dia 11 de novembro, domingo, a reforma trabalhista completou um desde sua entrada em vigor. A nova legislação modificou diversos pontos da relação de trabalho, mesmo com a resistência de alguns setores.

Desde sua criação em 1943, a legislação passou por uma série de mudanças, contudo essa foi a mais expressiva dos últimos anos. Ao todo foram alterados 54 artigos, 43 novos foram criados e 9 deles revogados, modificando assim 10% da legislação trabalhista do país. A justificativa para a reforma foi a geração de empregos formais e a redução da informalidade. O desemprego caiu em 2018, contudo resultado do aumento dos trabalhos sem registro.

Entre as boas notícias estão que a reforma dinamizou a relação de trabalho, facilitando assim a criação de novos postos de trabalho. Além disso, diminuíram de forma drástica as reclamações trabalhistas, bem como os pedidos de danos morais na justiça.

Fim da obrigatoriedade da contribuição sindical

Um ponto bastante significativo diz respeito a contribuição sindical, que deixou de ser obrigatória e descontada diretamente na folha de pagamento do sindicalizado. Essa contribuição era referente ao salário de um dia de trabalho, cujo intuito era manter o sindicato de sua categoria.

De acordo com a nova legislação, o empregado deve autorizar expressamente a cobrança, sendo que a empresa somente pode descontar o valor referente ao salário de um dia com a permissão do funcionário.

Devido as mudanças, a arrecadação de sindicatos, centrais, federações e confederações foi reduzida em 86%, passando de R$ 1,9 bilhão para R$ 276 milhões em 2018. Os dados são do Ministério do Trabalho.

Desde dezembro de 2017, os sindicatos recorrem à Justiça para conseguir manter a cobrança, contudo a maior parte das ações foi rejeitada pelo TST. No início do segundo semestre de 2018, o STF negou mais pedidos para tornar a contribuição obrigatória. A corte analisou 19 ações de entidades sindicais, mas as ações não obtiveram êxito.

Mesmo com a queda na arrecadação, a quantidade de sindicatos no Brasil apresentou um crescimento acentuado. De acordo com o Ministério do Trabalho, o número passou dessas entidades passou de 16.517 em 2017 para 16.663 este ano.

Carlos Alberto de Oliveira Andrade alcança algo que nenhum outro empreendedor

Carlos Alberto de Oliveira Andrade é um empreendedor de grande sucesso no setor automotivo brasileiro . Ele criou o CAOA que, sob sua liderança, tornou-se o maior negócio de fabricação e distribuição de carros da América Latina. Um jornalista, Boris Feldman, fez uma entrevista com ele em 2012 que ele revisitou recentemente.

Eles conversaram sobre como sua empresa começou a importar e vender carros de vários fabricantes, como a Chevrolet e a Hyundai. Ele conseguiu uma licença da Hyundai para construir dois de seus caminhões , o HR e HD 78, e então montou uma fábrica na cidade de Anápolis. Ele também conseguiu uma licença para construir uma versão mais antiga do Tuscon e poderia produzir um novo iX35.

Durante anos foi o sonho de Carlos Alberto de Oliveira Andrade de construir um veículo inteiro no Brasil. Ele falou sobre esse sonho na entrevista e disse que seu plano de jogo original era fazer o que a Coreia do Sul fazia. No início, essa nação começou a construir modelos de carros japoneses. Eles começaram a copiar o que estavam vendo e, eventualmente, conseguiram construir um veículo inteiramente sul-coreano.

 

Acontece que ele não seguiu esse plano de jogo e conseguiu algo grandioso. Carlos Alberto de Oliveira Andrade foi capaz de assumir inteiramente as operações brasileiras da Chevrolet. Ele construiu uma segunda fábrica em Jacareí, que produz modelos da Hyundai assim como a fábrica em Anápolis. Antes de o CAOA assumir a Chevrolet, ninguém naquele país confiava em seus veículos. Isso mudou quando o CAOA assumiu porque confia na empresa seu know-how.

 

Boris Feldman passou a escrever que Carlos Alberto de Oliveira Andrade conseguiu algo que outros empresários brasileiros tentaram realizar, mas não conseguiram, construindo um veículo inteiro no Brasil. Mario Ariripe havia tentado com Troller, Eike Batista com JPX Jeeps e João Gurgel com carros compactos e jipes em São Paulo. Todos falharam nessa tarefa e tiveram que fechar suas empresas ou foram lançados em uma espiral descendente difícil de sair.

 

Nos negócios, o sucesso não é fácil. Aqueles que questionam suas decisões e limites são os que obtêm sucesso. Você deve avaliar seus objetivos depois de algum tempo. Você precisa questionar o que é sucesso para você. Se você atingir seu objetivo, pode ser fácil relaxar, no entanto, esse não é o verdadeiro espírito de uma pessoa de negócios. Algumas pessoas podem pensar que seus objetivos são os mais avançados.

 

Carlos Alberto de Oliveira Andrade é o dono do maior distribuidor da Ford no país . Carlos Alberto de Oliveira Andrade começou como um conhecido médico no nordeste do Brasil. Em 1979, Andrade fundou o que é conhecido como grupo CAOA. Através deste grupo, Carlos Alberto de Oliveira Andrade adquiriu permissão para poder revender certos veículos no Brasil.Em apenas seis anos de entrada no ramo automobilístico, a Oliveira Andrade tornou-se a maior distribuidora de veículos da Ford no país. Além da Fords, o CAOA também distribui veículos da Hyundai.

 

As pessoas viajavam de perto e de longe para comprar carros dele. Carlos Alberto de Oliveira Andrade é um homem de determinação; ele conseguiu encontrar sucesso em duas profissões lucrativas.

Semana Global do Empreendedorismo traz atividades em torno de valorização do jovem

Considerada o maior evento de âmbito mundial do mundo dos negócios, a Semana Global do Empreendedorismo iniciou em 05 de novembro sua edição de 2018 contando com a participação de cerca de 400 organizações e um total de 850 cidades representadas nas celebrações. Além disso, vagas de empregos foram geradas e anunciadas ao longo das comemorações.

Nesse ano, em que o evento se encontra em sua 11ª edição, a temática abordada foi “Empreendedorismo Jovem: A hora é agora”. O local adotado para tal foi o espaço que serve como sede para o Sebrae Nacional, que foi responsável por comportar figuras de destaque no meio corporativo, bem como estudantes e um público bastante diversificado.

Segundo a diretora técnica do Sebrae, a executiva Heloisa Menezes, os jovens que empreendem possuem positivo potencial no que se refere à modificação demandada pela sociedade, bem como pela elaboração de novos horizontes. Ela também ressaltou que é de grande relevância que o jovem seja orientado no sentido de desenvolver uma profissão.

Uma das apresentações que mais se destacaram no evento foi a ocasião em que houve a palestra de Welson Alves, representante do movimento denominado como Choice, incumbido de disseminar educação empreendedora para jovens através de um viés social. Na plateia o público era em sua maioria juvenil.

Responsável por fundar o Instituto Feira Preta, Adriana Barbosa foi eleita uma das 51 pessoas negras em se tratando de influência em todo o mundo. Dentre as atividades promovidas por sua organização, está o mapeamento do chamado afro-empreendedorismo no país, que é voltado para acelerar e desenvolver negócios de diversas naturezas.

Com vistas ao tema adotado no encontro, um levantamento foi realizado pelo Sebrae a fim de se conhecer melhor os perfis comuns aos jovens que empreendem. Para isso foi necessária a participação de um público jovem formado por 2.132 indivíduos.

Os dados alcançados mostraram que 32% dos participantes já tinham pensamentos de abrir algum tipo de empreendimento antes mesmo de se atingir a maioridade. Adoção de novas tecnologias é outra postura comum desse tipo de empreendedor, conforme pôde apurar a pesquisa, mostrando que boa parte dos recursos adotados entrou em linha de produção em um período inferior a um ano.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/11/semana-global-do-empreendedorismo-estimula-jovens-empresarios-transformar-sociedade.html

O crescimento dos bancos digitais e a simplificação dos serviços bancários

O acesso a bancos por meios digitais têm aumentando nos últimos anos, de acordo com Relatório de Cidadania Financeira. Foi verificado que o acesso a serviços bancários usando celulares, computadores e call center aumentou nos últimos anos, enquanto o acesso por meios apresentou queda, entretanto, ainda representam a maior parte das transações realizadas.

A facilidade de realizar transações, como pagamento de contas e transferências bancárias, pela internet motiva o seu uso através de meios digitais, o cliente não se limita ao horário de atendimento e o local onde se localiza a agência, evitando também longas filas para utilizar serviços, efetuar pagamentos e até para tirar dúvidas.

Uma tendência é o crescimento dos bancos digitais, estabelecimentos que existem apenas no mundo digital, sem possuir locais de atendimento físico. Como um banco digital possui uma estrutura enxuta e recursos altamente tecnológicos, os cartões de crédito emitidos são vinculados a conta podendo acompanhar os gastos realizados, solicitar segunda via e bloquear o cartão, ofertando também tarifas mais baratas que os bancos tradicionais.

Esse novo formato de serviço bancário tem gerado notícias em jornais e sites, pois, é uma tendência da era digital, a popularização de smartphones, maior acesso à internet, acabou popularizando seu acesso e com essa popularização, fomentou esse nicho de mercado, surgindo mais agências digitais e elevando a concorrência entre elas, oferecendo mais vantagens para atrair mais clientes.

Uma característica interessante foi a facilidade de investir o valor em investimentos além da poupança, como o tesouro direto, e reduzindo os custos da administração dessas quantias de dinheiro. Em um banco tradicional, seria necessário abrir uma conta-corrente no banco e em seguida utilizar o home broker, os bancos digitais simplificaram esse processo, integrando a área exclusiva direto à conta e criando mais amigável ao usuário.

Os bancos digitais são uma novidade e uma tendência para o futuro, facilitando o uso de serviços bancários pelas pessoas, não se prendendo a horários de funcionamento e locais de atendimento.

Como se tornar um empreendedor social

Necessidade é a mãe da invenção. Muitas das idéias, produtos ou serviços de negócios mais bem sucedidos do mundo vieram da necessidade de resolver um problema. O mesmo pensamento pode ser aplicado ao empreendedorismo social, que muitas vezes brota do desejo de ajudar pessoas ou comunidades necessitadas. Um empreendedor social reconheceu que muitos trabalhadores no México lutaram para encontrar empregos porque tinham pouca visão, mas não tinham recursos para lentes corretivas. Ele fundou a VisionSpring para trazer óculos de leitura básica para o México e outros seis países subdesenvolvidos. Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a eletricidade confiável. Então dois amigos se uniram para começar uma empresa que cria iluminação movida a energia solar para áreas atingidas pela pobreza.

Mas preencher uma necessidade não é suficiente. A responsabilidade social é mais eficaz quando a questão se conecta diretamente com uma paixão pessoal. Scott Harrison lidera a caridade: água, é uma organização sem fins lucrativos que leva água potável a milhões em todo o mundo. Um ex-promotor de boate de Nova York, Harrison teve uma epifania, enquanto estava de férias em uma praia que ele não tinha feito nada em sua vida para ajudar os outros. Enquanto viajava na Libéria tirando fotos, ele percebeu que muitos dos seus pacientes estavam doentes e morrendo porque não tinham água limpa. A questão tornou-se pessoal para ele, e essa paixão o levou ao empreendedorismo social.

Organizações de Empreendedorismo Social Notáveis: O modelo de empreendedorismo social está aqui para ficar por dois motivos importantes. Primeiro, ajudou profissionais de negócios talentosos e inovadores a se conectarem com o propósito de sua vida. Existe satisfação genuína e satisfação que vem ajudando os outros. Aqueles que já experimentaram isso por meio do impacto social irão atestar que isso oferece um forte contraste na condução dos objetivos de negócios através de ferramentas de marketing e truques. Em segundo lugar, o empreendedorismo social funciona. Uma nova geração de startups provou que pode mudar o mundo de várias formas, grandes e pequenas. Entre as empresas mais impressionantes estão aquelas que enfocam os três P’s: People, Planet, Profit