Mitos e verdades sobre a vacina contra o sarampo.

Desde 2014 não se tem notícias de casos de sarampo no Brasil, em 2016 uma nota da OMS (Organização Mundial da Saúde), reconhecia que a doença havia sido erradicada das Américas.

Mas notícias de dois surtos da doença eclodiram no Brasil no início de 2018, fazendo o Ministério da Saúde recomendar a toda população se vacinar contra o sarampo (saiba mais sobre a doença no site do Ministério da Saúde).

Muitas vezes por culpa das redes sociais e principalmente das “fake news” ou notícias falsas propagadas nelas, muitas pessoas deixam de se imunizar temendo problemas de saúde causados pela vacina.

As agências de saúde tem trabalhado arduamente para mudar essa consciência, inclusive o próprio Ministério da Saúde tem investido fortemente contra tais notícias falaciosas, criando campanhas de comunicação para combatê-las e minimizar os prejuízos à população em geral.

Vamos então a alguns mitos e algumas verdades sobre a doença:

É verdade que a pessoa que já teve sarampo não “pega” novamente?

Sim, é verdade. Uma vez adquirida a doença o nosso próprio organismo cria anticorpos, impedindo dessa forma nova contaminação. Isto também ocorre com a rubéola, catapora e outras enfermidades.

É verdade que adultos não contraem a doença?

É falso. De acordo com organizações da saúde, a probabilidade de infecção é maiores entre mulheres grávidas e crianças pequenas não imunizadas. Mas qualquer pessoa de qualquer idade ou sexo que não estejam imunizadas podem sim ser infectadas.

É verdade que idosos e gestantes não podem receber a vacina contra o sarampo?

A recomendação do Ministério da Saúde é que, para idosos e gestantes não tomem as vacinas.

Os idosos pelo fato de se entender que possam ter sido infectados anteriormente e as gestantes pelo fato do risco à gravidez, neste último caso recomenda a vacinação após o parto. Caso haja um planejamento para engravidar, a recomendação é a imunização pelo menos um mês antes da gravidez.

É verdade que adultos não podem se vacinar?

Isso é falso, um mito. A recomendação é maior para o público infantil, por causa de maiores riscos em adquirir a doença, mas adultos e adolescentes que não foram imunizados devem sim tomar a vacina.

O Ministério inclusive indica que se a pessoa não tiver certeza se já teve a doença ou tomou a vacina, pode procurar um posto de saúde e receber uma dose, pois a vacina não causa problemas.

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