As cidades mais populosas do mundo em 2100

O crescimento demográfico no mundo poderá mudar completamente a geografia do planeta. Algumas cidades e regiões metropolitanas chegam a ser mais populosas do que alguns países, e o número de indivíduos poderá diminuir ou aumentar com o passar dos anos.

Algumas dessas regiões metropolitanas que lideram o ranking das cidades mais populosas do mundo não conseguirão manter esse posto em 2100, de acordo com estudos e notícias recentes feitos pelos pesquisadores Daniel Hoornweg, da Universidade de Ontário, no Canadá, e por Kevin Pope, da Universidade Memorial da Newfoundland.

Tóquio, por exemplo, é uma região metropolitana com 36 milhões de habitantes e é o centro metropolitano mais populoso do mundo. No entanto, o número de habitantes cairá para 26 milhões até 2100, uma redução significativa de 10 milhões de pessoas.

Mas, nem todas seguirão por esse caminho de redução. A Cidade do México verá sua população aumentar em mais 2 milhões de habitantes, sendo que ela já ocupa a segunda posição do ranking atualmente e possui pouco mais de 20 milhões de pessoas. Entretanto, em 2100, ela cairá para a 34º posição.

São Paulo também é uma das cidades mais populosas do mundo e ocupa a quinta posição com 19,5 milhões de habitantes. Despencaria para a 44º posição, além de haver uma redução em sua população para 19,1 milhões de pessoas até 2100.

Segundo os pesquisadores os primeiros lugares seriam assumidos por cidades de países africanos como Lagos (Nigéria) com 88 milhões de habitantes; Kinshasa (Congo) 83 milhões de habitantes; Dar es Salaam (Tanzânia) com 73 milhões de habitantes ocupando o primeiro, segundo e terceiro lugar respectivamente no ano de 2100.

As outras cidades mais populosas do mundo seriam Munbai (ìndia) com 67 milhões de habitantes; Nova Deli (Índia) com 57 milhões de habitantes; Cartum (Sudão) com 56 milhões de habitantes e Nyamei (Niger) com 56 milhões ocupando o quarto, quinto, sexto e sétimo lugar respectivamente no ranking das 7 cidades mais populosas do mundo em 2100.

Contudo, a demografia em algumas regiões poderá mudar conforme o desenvolvimento socioeconômico das cidades.

Compliance: segundo o advogado Fagali, esse é o tema nº1 dos atuais MBAs do Brasil

Se você está pensando em fazer um MBA, é bom ficar informado sobre o assunto. Tópicos como Compliance têm assumido um papel de destaque em discussões nas salas de aula. Para quem ainda não conhece muito bem o termo, Compliance trata-se de um conjunto de ações que visam atender as normas e regras estipuladas pela legislação vigente.

De acordo com Bruno Fagali, advogado atuante na área de Compliance e membro da Fagali Advocacia, o assunto tem se tornado frequente nos cursos de MBA do país devido a uma demanda das empresas brasileiras, que têm buscado cada vez mais profissionais aptos a lidar com qualquer tipo de desafio que as instituições possam vir a enfrentar.

Um exemplo que corrobora a informação acima é o da Fundação Getúlio Vargas, que para se adequar aos novos tempos, tem realizado reuniões periódicas com as empresas para ficar a par do que elas esperam ver nos cursos.

Outro motivo apontado por Fagali pelo assunto estar sendo amplamente debatido nos cursos de MBA é a necessidade encontrada por parte das próprias instituições de ensino que oferecem esse curso em realizar revisões constantes dos conteúdos ministrados em sala de aula, seja por meio da elaboração de novas grades curriculares ou pela atualização de algumas matérias específicas.

O professor Vicente Ferreira, diretor do Instituto Coppead de Administração da UFRJ, é outro especialista que pensa da mesma forma que o advogado Fagali.

Segundo o diretor, grandes instituições de ensino já incorporaram, de forma transversal, debates que tratam sobre responsabilidade ambiental e social e a transparência nas empresas, assuntos esses que, uma vez bem compreendidos, podem afastar ou minimizar os conflitos de governança dentro de um padrão ético mais elevado.

Compliance, portanto, aparece nesse cenário como uma nova questão a ser tratada para a formação de executivos, sendo também fundamental para que esses profissionais estejam a par das mudanças na sociedade, que tanto vêm cobrando das empresas o cumprimento das leis em vigor.

No entanto, não pense você que é algo fácil discutir Compliance em sala de aula. O coordenador do MBA de Marketing Estratégico da ESPM do Rio de Janeiro, Marcelo Boschi, admite que debates relacionados ao Compliance são sempre um desafio grande devido à atualidade do tema e às complexidades que o mesmo pressupõe.

É muito importante que as instituições de ensino que oferecem cursos de MBA estejam atentas para que esse assunto seja tratado de forma multidisciplinar e para que os docentes estejam preparados para discutir a matéria de forma inovadora e integrada ao restante do conteúdo das disciplinas.

Outros assuntos em voga

Ainda de acordo com o especialista em Compliance Bruno Fagali, outros assuntos vêm sendo debatidos em cursos de MBA, como política internacional e nacional, o design thinking, a tecnologia, a inovação e o empreendedorismo, tópico este essencial para o desenvolvimento dos estudantes e também do Brasil.

Para quais profissionais é válido um curso de MBA?

Por meio de um curso de MBA, você poderá receber o título de Master of Business Administration (Mestre em Administração de Negócios), grau acadêmico de pós-graduação Lato Sensu voltado para profissionais que se interessam pelas áreas de gestão de projetos e gestão de empresas.

Condenação de Hospital Paulista Por Troca de Bebês

As notícias referentes ao sistema de saúde brasileiro nunca foram muito positivas. A Saúde brasileira sempre enfrentou criticas desfavoráveis em vários âmbitos, principalmente no que diz respeito aos procedimentos efetuados dentro dos hospitais. Geralmente sob a mira da imprensa quando se descobre alguma falha em alguma reportagem ou recebem denúncias dos próprios usuários dos serviços. E isso vale tanto para os serviços de saúde privados, quanto públicos.

Agora em agosto, um hospital da região de Bauru -cidade paulista – foi denunciado por uma “troca de bebês”. O Hospital já foi condenando pelo ato, pela 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Embora o caso tenha ocorrido em 2001, só agora os pais puderam ser ressarcidos com o recebimento de uma indenização de R$ 240 mil reais. A Justiça entendeu e deu validade à causa em vista de os pais, além da troca da criança, não puderam sepultá-la (haviam sido comunicados da morte da criança), e por isso sofreram danos irreparáveis.

Na época, devido à troca de bebês informada, outras catorze mães que deram à luz na mesma época, tiveram que fazer exame de DNA, a fim de comprovar a maternidade dos filhos que criavam. A maternidade responsável foi a Maternidade Santa Isabel, que durante o ocorrido estava sob a responsabilidade administrativa da Associação Hospitalar de Bauru. As notícias que correm é que a instituição de saúde pretende tentar recorrer ao Superior Tribunal de Justiça.

Não são poucos os casos que envolvem dramas e até tragédias, nos hospitais brasileiros, sejam eles de ordem burocrática (como os hospitais são administrados), ou do setor pessoal (como as pessoas – os pacientes – são tratados dentro deles). Um dos problemas mais enfrentados pelos pacientes brasileiros, diz respeito ao erro médico, que mutila, traumatiza ou acaba com muitas vidas.

Notícias como essa chamam a atenção da população , de autoridades e da opinião pública em geral e deve promover uma atenção cada vez mais exigente dos usuários dos estabelecimentos de saúde, a fim de não sofrerem danos advindos dos erros que ocorrem dentro dos hospitais do Brasil.

Cidade suíça de Corippo, para não sumir, tem de virar hotel

Nós, brasileiros, estamos já acostumados com notícias de cidades e até de estados que se pode classificar até como “falidos”, dado o alto endividamento, dadas as contas que não batem, ou seja, um constante déficit. Porém, a realidade de que tratamos aqui, geograficamente falando, está bastante distante de nós, porém, em outros sentidos, não está assim tão diferente. Quem diria que logo a Suíça teria uma cidade passando por dificuldades? Parece algo surreal mesmo, mas isso tem um porquê bem credível: a cidade só possui 12 habitantes!

Como é de se esperar, a cidade de Corippo passa longe de ser alguma capital, sendo mesmo, em verdade, a menor daquele país. Uma nação que, por si só, já é bem menor que a nossa, tendo suas dimensões, a saber, quase iguais às do Estado do Espírito Santo. E é frente a essa realidade de pequenez em dimensões territoriais, que sua dúzia de residentes enfim desistiram da tentativa de aumentar-se o número total de habitantes. A solução, então, foi a de transformá-la em “hotel”, digamos assim, tendo como capacidade umas 26 pessoas por vez.

Como estamos tratando de uma notória decadência dessa cidade, é bastante pertinente trazermos mais detalhes sobre esse processo histórico, visto que não se trata de um fenômeno recente, mas uma situação que vem se agravando há dois séculos. Sim, a saída dos mais jovens daquela área dos Alpes, que acabou ocasionando a situação que destacamos, vem desde o século XIX. E essa saída se dava em função da busca desses jovens pelas cidades grandes, como a própria capital do país e também sua maior cidade, Zurique, que fica a duas horas de viagem dali. Fora Milão também, vale lembrar, que é uma cidade italiana a uma hora e meia, de carro, de Corippo.

Agora, já introduzido o assunto, com direito a curiosidade histórica, tratemos da autoria dessa iniciativa, como o nosso último pormenor: a Fundação Corippo. Nada mais, nada menos que uma organização sem fins lucrativos, logo uma “ONG”, que vem desde a década de 1970,tentando impedir o agravamento da situação em questão. Em suma, tal fundação existe para que seja mantida e revitalizada essa cidadezinha, valorizando não apenas a sua arquitetura histórica, como também algumas das tradições locais.