As atrações turísticas de San Marino, que é o país menos visitado da Europa

Segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo), o país menos visitado do continente europeu é San Marino. Localizado  no interior centro-norte da Itália,  o seu centro histórico foi reconhecido pela Unesco, como Patrimônio Mundial. Apesar de ser um pequeno país e não receber a mesma quantidade de turistas que Londres, Paris, Roma, Alpes Suíços, Barcelona e diversas outras cidades europeias, San Marino possui diversos pontos turísticos que podem levar mais visitantes para esse destino.

San Marino é o quinto menor país do planeta que é independente, sendo considerado o estado soberano mais antigo do mundo. Ele possui cerca de 61 km2 e o seu PIB per capita, é um dos mais altos do mundo.

Um dos seus principais pontos turísticos são as três fortalezas, as de Cesta, Montale e Guaita, que estão localizadas no Monte Titan e possuem uma torre cada uma, onde é possível admirar a paisagem de todo o país.

O Palazzo Pubblico é a sede do governo, e possui a sua arquitetura em estilo neogótico, com uma torre quadrada e foi construído em pedra também no Monte Titan.

Outro local que chama a atenção dos visitantes é a Piazza della Liberta, onde é possível assistir durante o dia, a troca da guarda. Com os uniformes de cores coloridas, a cerimônia acaba sendo divertida, não podendo deixar de ser presenciada pelos turistas.

O Palazzo Pergami Belluzzi abriga o Museu Nacional, e possui um acervo com coleções arqueológicas com peças da Era Neolítica, além de antiguidades egípcias, achados romanos e etruscos, pinturas do século XVII, símbolos bizantinos e moedas antigas do país.

A basílica de San Marino foi edificada no séc. XIX, sobre uma outra do séc. IV. Ela possui um estilo neoclássico e por dentro, uma longa nave e dois corredores estão dispostos em frente aos altares da basílica.

Os turistas podem pegar um teleférico que faz o transporte do centro histórico até o monte Titan, que é o local mais alto de San Marino.

Outro ponto interessante é o Museu de Cera de San Marino, com cerca de cem personalidades de cera, entre eles as figuras do Papa João XXIII, Jacqueline Kennedy, Adolf Hitler, Giuseppe Garibaldi, Da Vinci com um pincel na mão e diversos outros.

 

Felipe Montoro Jens reporta os ganhos financeiros do governo com a privatização da Eletrobras

Há cerca de dois meses, no último dia 22 de agosto, o governo federal anunciou que a intenção é concluir o processo da privatização da Eletrobras no primeiro semestre de 2018. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, reporta que, segundo os cálculos da consultoria Thymos Energia, feitos a pedido do Estadão/Broadcast, essa é uma transação que pode render ao Tesouro Nacional cerca de R$ 17 bilhões.

Levantar recursos na Bolsa de Valores via uma oferta de novas ações e usar os recursos arrecadados para ajustar os contratos do setor elétrico é uma das opções discutidas pelo governo federal para vender o controle da empresa, destaca Felipe Montoro Jens. No entanto, de acordo com o governo, o reforço no caixa não é o principal objetivo da operação.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, trata-se de um movimento muito maior do que apenas uma necessidade arrecadatória. “Vamos entregar uma nova empresa muito mais ágil após esse processo, com capacidade de enfrentar os desafios em um cenário competitivo com empresas globalizadas”, afirmou Coelho Filho.

As duas modelagens de venda

São duas as opções para privatizar a Eletrobras. A mais simples seria a União vender a sua participação no capital da empresa, acentua Felipe Montoro Jens. Dessa forma, contudo, os valores recebidos pelo Tesouro nessa operação não poderiam ser utilizados para reduzir o déficit primário (resultado antes do pagamento dos juros da dívida) do governo, estimado em R$ 159 bilhões.

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, explica que “nesse caso, os recursos são inscritos como receitas financeiras, e não primárias. Não podem ser usados para o pagamento de despesas correntes”.

A outra opção seria a própria Eletrobras emitir um grande volume de novas ações na Bolsa suficiente para que a participação da União fosse diluída. Assim, o total dos recursos, que pode superar R$ 25 bilhões, ficaria com a própria empresa e, ainda que não recebesse nada com a privatização, o Tesouro acabaria garantindo um reforço considerável por conta de um processo que corre em paralelo, conforme explicado a seguir.

O processo paralelo

O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, explica que o governo Temer abriu consulta pública para alterar o marco regulatório do setor elétrico e, dentre as mudanças propostas, quer permitir que 91 usinas hidrelétricas que, atualmente, são forçadas a praticar um preço muito abaixo de mercado possam trocar seus contratos por um regime que seja economicamente mais vantajoso para essas usinas.

A questão é que a Eletrobras possui 14 dessas usinas e poderia passar a cobrar até R$ 150 por megawatt-hora (MWh), em vez dos atuais R$ 50 a R$ 60. A alteração do regime, chamada de “descotização”, contudo, solicita o pagamento de um bônus ao governo, que, hoje, a empresa não teria como pagar.

Entretanto, com o dinheiro recebido na privatização seria o suficiente para bancar os custos da mudança de regime da empresa, estimado pela consultoria Thymos Energia em R$ 25 bilhões, pontua Felipe Montoro Jens. Nem tudo, porém, iria para o governo.

A proposta que foi para consulta pública prevê que um terço do valor da alteração de contrato fique com a própria geradora, um terço sirva para abater encargos setoriais e o terço restante vá para o Tesouro. Mas o governo já sinalizou que pode tentar ficar com dois terços desse valor, o que daria em torno de R$ 17 bilhões”, informou o presidente da Thymos, João Carlos Mello.

Na manhã no dia 05/10, quinta-feira, dois agentes da polícia civil foram presos em flagrante durante uma operação em São Paulo (Cidade de Piracicaba). A operação “Fusca Amarelo” foi uma iniciativa do MP (Ministério Púbico), que tinha o intuito de capturar ladrões de veículos. Durante a operação, dois policiais foram pegos em flagrante conversando com os criminosos caçados na operação. Além dos dois, mais quatro agentes foram detidos para prestar depoimento, mas foram liberados. Um dos envolvidos trabalhava no setor financeiro da polícia em quanto o outro atuava na transferência de detentos. Ambos foram levados de Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) para a Corregedoria da corporação na capital de Piracicaba. Ainda não foram divulgados os áudios de conversas telefônicas gravadas que os criminosos tiveram. A operação possui um único objetivo, prender criminosos que atuam em furtos e roubos de veículos. Mais dois suspeitos foram presos e mais de 15 mandatos de prisão foram expedidos. Além disso, mais de 30 mandatos de busca e apreensão. Um rapaz também foi preso em Paulínia, era quem recebia e negociava os itens roubados dos veículos desmontados. E de acordo com a polícia militar, ele era um dos membros mais importantes da quadrilha. Além da prisão, as autoridades ainda encontraram objetos de valor no local do crime, como documentos de veículos, computadores, mais de 60 dólares e 50 euros. Em sua outra residência, também foram encontrados inúmeras peças de com a numeração raspada. A Secretaria Estadual divulgou uma nota que todos os envolvidos da operação será devidamente analisada e que tomarão medidas cabíveis para com a situação. Operação Fusca Amarelo A base da operação vem de uma delação da Promotoria de Justiça das cidades de Piracicaba e Americana, onde 20 nomes foram citados, no qual mais de 13 foram suspeitos de fazer parte da organização criminosa. O nome “Fusca Amarelo” representa um termo que foi usado na época em que eles eram o veículo mais furtado. Depois que o Ministério Público e a Polícia Militar se reuniram para tratar dos casos de roubo, eles optaram pelo nome. Durante esse período um número muito grande de veículos furtados estava sendo relatado. Foi quando eles descobriram sobre a organização criminosa.

 

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Melbourne, Austrália

Uma cidade para se estabelecer é um dos pontos importantes para quem busca por uma melhor qualidade de vida. Um estudo publicado pela revista inglesa The Economist, classificou as melhores cidades do mundo para se morar em 2017.

Todos os anos um estudo é realizado pela Economist Intelligence Unit, analisando 140 cidades pelo mundo e classifica cada uma com notas entre 1 (ruim de se viver) a 100 (considerada ideal). Baseadas nessa pontuação são realizadas as definições para revelar quais cidades possuem as melhores condições de vida.

Os critérios usados para classificar as cidades são educação, infraestrutura, estabilidade, meio ambiente e cultura. A partir da pontuação desses critérios foram realizadas avaliações para revelar as cidades que atingiram boas notas.

Melbourne, Austrália, foi a cidade que ficou na primeira posição esse ano pela sétima vez consecutiva, é a segunda maior cidade do país. O estilo de vida do lugar atrai estudantes que podem viver em meio a edifícios high tech e as ótimas praias que estão região. A pontuação geral para Melbourne foi de 97,5. Nos critérios de educação, saúde e infraestrutura a cidade alcançou a nota máxima, 100.

A segunda melhor cidade para se viver é Viena, Áustria. Com mais de 1,6 milhão de habitantes Viena é a cidade mais populosa do país. O lugar tem fama internacional por suas músicas e compositores. No nordeste da Áustria, a cidade apresenta um baixo índice de criminalidade. Os diversos edifícios elegantes encantam quem passeia pelo lugar que também possui palácios históricos. A pontuação de Viena, de acordo com o estudo foi de 97,4.

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Vancouver, Canadá

Para quem gosta de caminhar, a terceira cidade classificada no ranking da The Economist foi Vancouver, no Canadá. A cidade foi eleita como “a melhor para caminhar” em 2010 pela revista Up!Magazine. O lugar estimula a consciência ambiental e é reconhecido por sua sustentabilidade, o que a tornou uma das mais limpas do mundo. A repressão ao crime na cidade também é uma ação recorrente para evitar a violência e o tráfico de drogas. A pontuação geral de Vancouver foi de 97,3, em relação à saúde, a cidade atingiu a pontuação máxima.

 

Operação “Fusca amarelo” prende policiais civis envolvidos em crimes

Na manhã no dia 05/10, quinta-feira, dois agentes da polícia civil foram presos em flagrante durante uma operação em São Paulo (Cidade de Piracicaba). A operação “Fusca Amarelo” foi uma iniciativa do MP (Ministério Púbico), que tinha o intuito de capturar ladrões de veículos. Durante a operação, dois policiais foram pegos em flagrante conversando com os criminosos caçados na operação. Além dos dois, mais quatro agentes foram detidos para prestar depoimento, mas foram liberados.

Um dos envolvidos trabalhava no setor financeiro da polícia em quanto o outro atuava na transferência de detentos. Ambos foram levados de Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) para a Corregedoria da corporação na capital de Piracicaba. Ainda não foram divulgados os áudios de conversas telefônicas gravadas que os criminosos tiveram.

A operação possui um único objetivo, prender criminosos que atuam em furtos e roubos de veículos. Mais dois suspeitos foram presos e mais de 15 mandatos de prisão foram expedidos. Além disso, mais de 30 mandatos de busca e apreensão.

Um rapaz também foi preso em Paulínia, era quem recebia e negociava os itens roubados dos veículos desmontados. E de acordo com a polícia militar, ele era um dos membros mais importantes da quadrilha. Além da prisão, as autoridades ainda encontraram objetos de valor no local do crime, como documentos de veículos, computadores, mais de 60 dólares e 50 euros.

Em sua outra residência, também foram encontrados inúmeras peças de com a numeração raspada. A Secretaria Estadual divulgou uma nota que todos os envolvidos da operação será devidamente analisada e que tomarão medidas cabíveis para com a situação.

Operação Fusca Amarelo

A base da operação vem de uma delação da Promotoria de Justiça das cidades de Piracicaba e Americana, onde 20 nomes foram citados, no qual mais de 13 foram suspeitos de fazer parte da organização criminosa.

O nome “Fusca Amarelo” representa um termo que foi usado na época em que eles eram o veículo mais furtado. Depois que o Ministério Público e a Polícia Militar se reuniram para tratar dos casos de roubo, eles optaram pelo nome. Durante esse período um número muito grande de veículos furtados estava sendo relatado. Foi quando eles descobriram sobre a organização criminosa.

 

Antibiótico dado a animais podem estar criando superbactéria

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Já faz algum tempo que a compra de antibióticos é condicionada a uma autorização médica, em forma de receita. Por mais que essa lei seja constantemente burlada, segundo os médicos esse controle é muito importante, pois é imprescindível que o paciente consuma o remédio correto e respeite exatamente o tempo designado para o tratamento. Do contrario, as bactérias podem evoluir numa velocidade mais rápida que a ciência consegue produzir remédios para combatê-los, e o cenário pode ficar caótico.

O maior perigo é a criação de superbactérias imunes à medicação atual. No entanto, por mais que exista esse cuidado e mesmo que as pessoas respeitem consumir de forma correta, atualmente tem acontecido algo perturbador. Os animais também tomam antibióticos para combater doenças e para obter mais peso. Muitas vezes esse uso é irregular, e esses animais podem estar criando super micro-organismos, que as pessoas irão consumir.

Foi publicado recentemente na revista Science, uma pesquisa realizada por um grupo de pesquisadores preocupados com o uso irrestrito desses medicamentos no trato de animais. Os resultados são alarmantes. A pesquisa é destrinchada em detalhes na publicação e os pesquisadores fornecem dicas para que esses antibióticos sejam reduzidos na alimentação desses animais.

“A ideia de conduzir o estudo veio após uma reunião de alto nível sobre resistência antimicrobiana (AMR, pela sigla em inglês) ocorrida no ano passado, na Assembleia Geral da ONU, que foi seguida por uma declaração. Nela, as Nações Unidas pedem aos estados-membros que tomem ações sobre AMR” declarou Thomas Van Boeckel, um dos responsáveis por esse trabalho. .

Thomas e os demais pesquisadores analisaram que há 4 anos, o uso já ultrapassava 130 mil toneladas de antibióticos, eles disseram que daqui a 13 anos, se esse ritmo continuar, a alimentação desses animais estará recebendo uma carga que ultrapassara 190 mil toneladas de antibióticos, um acréscimo que supera 50%.

Ramanan Laxminarayan, outro autor da pesquisa, explicou que esse medicamento esta sendo usado para substituir cuidados com boa nutrição e higiene na agropecuária. Ele disse que tal comportamento é insustentável, e pode por em risco a eficácia dos antibióticos atuais.

 

Sobre a maioridade penal no Brasil

Vez ou outra entra em pauta no cenário nacional os debates sobre a redução da maioridade penal. O assunto recebe inúmeras críticas e posições contrárias e parece não interessar muito ao povo em geral. Os embates se dão na esfera política, Ongs, Ministério dos Direitos Humanos entre outras correntes em defesa dos direitos da criança e do adolescente.

A grande questão em reduzir de dezoito para dezesseis anos a idade em que indivíduos paguem pelos crimes que cometem numa sociedade que sequer possui educação e ensino de primeira qualidade, é a abrangência da lei, principalmente como se darão e se cumprirão as penas impostas aos infratores.

O modelo prisional brasileiro é fracassado, além de corrupto e inepto. As várias revoltas ocorridas recentemente sugerem que colocar adolescentes em meio a marginais, nos presídios brasileiros somente corroborará para o investimento no crime transformando indivíduos ainda em formação em elementos perigosos e recrutados por facções violentas e inescrupulosas.

De outro lado a crescente marginalidade nesta faixa etária assusta tanto a população como as autoridades policiais e de justiça, uma vez que longe do alcance das leis e da justiça esses adolescentes passam impunes pelos crimes que cometem. Facções criminosas utilizam-se desses meninos e meninas com o objetivo de alcançar lucros com seus crimes e os disciplinam na carreira da “bandidagem”, blindando-os em comunidades criminosas, retirando-os de suas famílias e principalmente induzindo-os ao consumo de drogas e utilizando a dependência química para a prática de crimes.

A sociedade brasileira parece estar em estado catatônico, alheia à realidade que a cerca e parece pouco se importar com as coisas que acontecem ao seu redor. Parece atordoada pelas práticas criminosas de seus políticos e esquecem uma parcela da sociedade que precisa da sua atenção e principalmente de suas manifestações de justiça em favor dos menos favorecidos e daqueles abandonados por famílias desajustadas e que colocam cada vez mais no seio da sociedade uma “molecada” totalmente despreparada e formada para a vida.

Que pese ao contrário, a redução da maioridade penal se aplicada de forma coerente e encarcerando os infratores da lei em ambientes diferenciados dos presídios comuns poderia atingir parcelas de percentuais positivos tanto em benefício da sociedade quanto em benefício dos próprios infratores, no entanto esperar que isso aconteça no Brasil parece utopia dos mais crédulos numa justiça cega e igual para todos.

 

A capital maranhense vai receber o Festival Internacional de Folclore e Turismo

A capital maranhense está se preparando para receber um evento, que será realizado pela quarta vez na cidade, que é o Festival Internacional de Folclore e Turismo, que contará com diversas atrações como várias apresentações artísticas, além de palestras e simpósios entre grupos de diversos países, que proporcionarão uma troca de conhecimento cultural e artístico entre as nações presentes. Esse evento terá início agora em setembro na cidade de São Luís, e a sua abertura será na Praça Maria Aragão.

Esse festival é uma iniciativa de dois órgãos ligados a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), que tem atuação em mais de 120 países, e que se destacam por promover eventos como festivais, e também congressos internacionais destinados ao folclore mundial. Também fazem parte desse acontecimento além da Unesco, a Brilho da Ilha Produções e a Comissão Nacional e Municipal de Folclore. O evento também conta com o apoio de empresas particulares e da Prefeitura de São Luís.

Esse evento contará com representações de países como Polônia, Estados Unidos, Cuba, Colômbia e Paraguai. Alguns estados brasileiros irão enviar grupos também para participar do festival, como o Rio Grande do Norte, Paraíba, Pará, Rio de Janeiro, Maranhão e Ceará. Além dessas delegações nacionais e internacionais, cerca de quinze membros da Unesco virão para essa quarta edição do festival, sendo que o príncipe sul-africano Zolani Mikivia, também confirmou a sua presença nessa delegação.

Quando ocorreu a primeira edição desse festival em São Luís em 2014, a cidade recebeu a participação de cerca de cento e cinquenta artistas, sendo que alguns deles de outros países como Colômbia, Estônia e Argentina, e alguns de outros estados brasileiros como Ceará e Pará. Nesse evento também houve a participação de mais de vinte e cinco grupos folclóricos maranhenses, entre eles os mais conhecidos  grupos do Maranhão de bumba meu boi.  No festival de 2015, foram recebidos em São Luís, grupos vindos dos Estados Unidos, África do Sul, México, Peru e Itália. Os grupos nacionais que participaram do festival nesse ano, foram os do Ceará e do Pará, que foram importantes para que esse festival de São Luiz, fosse inserido no roteiro das grandes realizações internacionais do folclore, pela Unesco.

 

Conheça mais detalhes sobre a carreira esportiva do piloto Rodrigo Terpins

Através do exemplo do pai, Jack Terpins, o piloto Rodrigo Terpins se envolveu desde cedo com esportes, se tornando desde então um dos esportistas de maior destaque nas competições de rally disputadas no Brasil, uma modalidade que vem se tornando cada vez mais relevante no cenário esportivo nacional.

Jack Terpins, por sua vez, foi jogador de basquete durante as décadas de 60 e 70, quando defendeu a camisa do Hebraica. Depois de deixar as quadras e apostar em outra profissão, a de empresário, Jack ainda continuou ligado ao esporte, se destacando como uma figura de liderança no meio esportivo e como um grande incentivador dos esportes para a formação de crianças e os adolescentes.

Desde que iniciou na carreira esportiva, Rodrigo Terpins tem se dedicado plenamente ao esporte, se destacando entre os melhores nas competições que disputa. Um exemplo disso, foi a 22ª edição do Rally dos Sertões, o principal campeonato off-road do país e um dos maiores do mundo, reconhecido por suas etapas complexas e o seu alto nível de dificuldade.

Durante a 22ª edição do rally, os participantes iniciaram a primeira etapa com um trajeto de quase 150 km saindo da capital e Goiás, em um percurso repleto de terrenos instáveis, que exigiram grande manuseio do veículo e experiência por parte dos competidores. Com todas as adversidades, Rodrigo Terpins e o navegador Fabrício Bianchini realizaram uma prova bastante elogiada, finalizando a etapa em pouco mais de 2 horas, garantindo assim o sétimo lugar entre os pilotos e navegadores que disputam a categoria Protótipos T1.

Sobre o início da competição, o esportista declarou em entrevista que um dos maiores desafios foram as disparidades entre os terrenos, o que tornou a prova mais difícil e exigiu grande atenção por parte das duplas. Apesar disso, ele manteve o controle total sobre o seu veículo, o qual não apresentou problemas de suspensão e possibilitou que a dupla fizesse as devidas ultrapassagens nos momentos desejados.

Composta por sete fases, a 22ª edição do Rally dos Sertões teve um percurso de quase 2.500 km rodados pelos competidores, em trechos que passaram por dois estados diferentes. Durante a trajetória no torneio, o piloto Rodrigo Terpins e o navegador Fabrício Bianchini ficaram algumas vezes no pódio, por fim terminando a competição na oitava colocação, lembrando que a disputa contou com quase 40 pilotos.

Para muitos, a 22ª edição do Rally dos Sertões se destacou como uma das mais complexas e radicais já vistas nos últimos anos. Isso significa que, ter alcançado o Top 5 em algumas etapas e terminar a competição entre os dez primeiros colocados se caracterizou como uma vitória importantíssima para a dupla, que disputou o torneio na direção do veículo #326.

Acerca de sua participação no rally, Rodrigo Terpins destacou que essa experiência trouxe uma aprendizagem excepcional para a sua carreira esportiva, levando em consideração todos os desafios e situações difíceis que foram enfrentadas durante a disputa. Para ele, toda a equipe mereceu ser parabenizada pelo esforço coletivo que levou a esse resultado positivo.

 

Cinco locais no Uruguai que valem a pena conhecer

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Apesar de ser um país que não possui uma grande dimensão territorial, o Uruguai apresenta desde praias pouco conhecidas, cidades históricas e luxuosos hotéis em alguns lugares da sua região costeira. Mesmo que o país não apresente tantos pontos turísticos como os seus dois vizinhos Brasil e Argentina, ele possui lugares muito bonitos e que valem a pena visitar. Cinco dos mais conhecidos são:

Colonia del Sacramento – Essa cidade recebe um grande número de visitantes, devido ao fato de ser bem próxima da capital argentina, Buenos Aires. Localizada do outro lado do famoso Rio de la Plata, o tempo da viagem pode ser de uma hora pelo barco rápido, ou de três horas pelo barco que faz o trajeto mais lentamente. A cidade de Colônia possui um Centro Histórico reconhecido pela Unesco, como Patrimônio Mundial da Humanidade, com diversos museus, prédios históricos e igrejas, onde os visitantes podem apreciar também, a linda vista do Rio de la Plata e seu pôr-do-sol.

Montevidéu – Capital do Uruguai, ela é a maior cidade do país. Possui uma arquitetura linda em estilo europeu, mas apesar de ser uma grande cidade, ela ainda possui um ar tranquilo, mesmo nos lugares mais agitados. A cidade apresenta também mais de vinte quilômetros de costa, onde os visitantes podem apreciar a beleza do Rio de la Plata alcançando o Oceano Atlântico. É possível chegar em Montevidéu vindo de Buenos Aires, em uma viagem de cerca de três horas em uma balsa.

Punta del Este – Esta cidade é considerada a St. Tropez da América do Sul, sendo o  balneário mais famoso  do continente. Localizada a cerca de 130 quilômetros da capital uruguaia, ela possui maravilhosas praias, uma vida noturna agitada e possui também construções modernas. Ela recebe muitos turistas que chegam em cruzeiros, muitos brasileiros e é um dos destinos preferidos dos argentinos.

Piriapolis – Essa cidade possui praias lindas e costumava ser o destino mais procurado para as férias, antes que Punta del Este virasse o destino mais agitado do país. Um dos seus principais pontos é o Cerro Pan de Azucar, que é a terceira maior montanha do Uruguai, que tem a maior parte do seu relevo com regiões planas. A paisagem desse lugar é formada pela linda vista do litoral.

A Região de Rocha – Ideal para quem quer conhecer um local menos conhecido, mas que possui alguma agitação. Lugares que fazem parte dessa região e são os preferidos por famílias, mochileiros, surfistas e turistas, são Cabo Polonio, La Pedrera e La Paloma.