Mitos mortais de otimização de conversão

Qualquer campo de atividade é cercado por muitos mitos – e a otimização da conversão não é exceção. Isto é especialmente verdade para tudo relacionado ao marketing na Internet, uma vez que não possui técnicas universais.

Embora a maioria dos mitos seja inofensiva por natureza, alguns deles são verdadeiramente destrutivos. Eles podem levar a erros, não apenas profissionais de marketing iniciantes, mas também profissionais experientes. Preparamos para você os mitos mais destrutivos sobre otimização de conversões, bem como conselhos de especialistas destacados sobre como superá-los.

Mito 1: Otimização é copiar as práticas de outras pessoas. Talvez este seja o mito mais comum. Qualquer profissional de marketing que se preze pelo menos uma vez leu artigos como “101 dicas para melhorar a conversão do seu site” ou “150 tipos de testes divididos que podem ser realizados no momento”. No entanto, esses artigos geralmente são inúteis. Depois de ler uma delas, parece que você só precisa executar um determinado conjunto de ações e obterá um sucesso incrível.

Com a abordagem correta, a otimização de conversão é um processo sistemático e de repetição periódica que precisa de uma estratégia cuidadosamente pensada. Mas isso não significa que você não precisa ouvir as recomendações de colegas e especialistas.

Mito 2: Teste de divisão = aumento da taxa de conversão – Para muitos profissionais de marketing, o processo de otimização está associado ao teste de divisão. Sobre o tema em que cor dos botões afeta melhor os indicadores ou quantos caracteres devem estar contidos no título das notícias.

De fato, a otimização de conversão é uma reminiscência de um processo de pesquisa científica. De fato, você está equilibrando entre o estudo teórico de um fenômeno e sua aplicação na prática. E o objetivo de tudo isso é determinar a maneira ideal de atingir a meta.

Mito 3: Se o teste não der resultados imediatamente, o site não terá valor – Muitas vezes, os profissionais de marketing desistem imediatamente quando não obtêm retornos instantâneos.

Os recursos criados mais recentemente param de funcionar rapidamente se o teste falhar no primeiro mês. Essas empresas se rendem muito rapidamente à alegria dos concorrentes.

A liderança começa a entrar em pânico e a tirar conclusões precipitadas: “A otimização da conversão não é para nós” ou vice-versa: “Nossa página de destino já é perfeita, não precisamos de nenhuma otimização”. O problema com essas empresas não reside no fato de que eles realizam testes incorretamente ou que seu público-alvo não pode ser testado. Isso ocorre porque os profissionais de marketing estão testando algo diferente.

Fernando Iunes entra para a equipe de sócios da gestora EB Capital, chefiada por Duda Sirotsky

Com a chegada do novo sócio, a empresa de investimentos realizou um segundo movimento societário em cinco meses.

Em setembro de 2019, a gestora de private equity EB Capital, cujo fundador é o renomado empresário brasileiro Duda Sirotsky, juntamente com Luciana Ribeiro, Pedro Melzer e Pedro Parente, passou a contar com mais um sócio. Trata-se de Fernando Iunes, formado em engenharia civil, com mestrado e doutorado pela Universidade de Londres, e que, por mais de 20 anos, foi sócio no banco Itaú BBA, sendo responsável pela coordenação de mais de cem processos, além da participação de operações de aquisição e fusão e reorganizações societárias.

Para Duda Sirotsky, a chegada desse novo integrante é vista como uma oportunidade de mercado, por meio de grandes projetos que necessitam de profissionais com um alto nível de experiência. Dessa forma, a EB Capital passou pela segunda mudança no período de cinco meses, pois em abril de 2019, o administrador e presidente do conselho de administração da multinacional BRF, considerada uma das maiores empresas de alimentos do mundo, Pedro Parente, entrou para a equipe.

A expectativa de Fernando Iunes é muito boa, tendo em vista sua identidade de valores e princípios com os sócios da EB Capital, destacando a importância de construir uma plataforma expressiva de private equity no país. Isso porque, com a taxa de juros em baixa, houve um aumento na descoberta de ativos pelos investidores, fato este que fortalece a atividade de private equity.

A EB Capital foi inaugurada em 2017, na cidade de São Paulo, por Duda Sirotsky, Pedro Melzer e Luciana Ribeiro. Até o final do ano de 2019, a gestora administrava cerca de R$ 700 milhões em investimentos por intermédio de dois fundos. O foco da empresa são os investimentos em médio porte, denominados “middle market”, que estão evoluindo e/ou se modificando. Logo, os recursos são originados dos sócios e de investimentos nacionais e internacionais, a incluir as “family offices”, empresas que gerenciam fortunas familiares.

Quanto aos investimentos realizados, Duda Sirotsky já apostou em dez empresas, principalmente as que atuam nas áreas de tecnologia, telecomunicações e distribuição. Os exemplos são: a BR Supply, que desenvolve um trabalho de suprimentos para empresas; a Sumicity, que trabalha com internet banda larga; e a Wine, grande empresa no ramo do e-commerce de vinhos.

E a sólida carreira profissional de Duda Sirotsky ganhou notoriedade quando ele era presidente e chairman do grupo midiático RBS, localizado no Rio Grande do Sul, focado no jornalismo e entretenimento de credibilidade. Formado em Administração pela PUCRS, com MBA pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, foi peça chave para a trajetória de sucesso do referido grupo, causando uma verdadeira transformação no mercado da comunicação, com mais de 60 anos de fundação.

Além disso, é criador e parceiro da e.Bricks Digital, empresa de investimentos no setor digital brasileiro e americano. Em 2015, fez parte do rol de líderes do Cambridge Institute for Family Enterprise, composto pela nova geração de famílias empresárias. No mesmo ano, conquistou o prêmio Empreendedor do Ano na categoria Family Business, realizado pela Ernst & Young.

Pesquisadores alertam a fragilidade dos oceanos no Dia Mundial dos Oceanos

No Dia Mundial dos Oceanos, data comemorada no dia 8 junho, pesquisadores lembram da grande importância dos rios, mares e oceanos para a vida humana e de todos os outros seres vivos no planeta que por muitos, ainda é subestimada. Mesmo que os oceanos possuam condições de absorver 93% de todo o gás carbônico do planeta, esse potencial de absorção está comprometido pela atividade humana. De acordo com dados lançados pelo site de pesquisa Fish Count, são capturados e abatidos entre 790 bilhões e 2,3 trilhões de peixes todos os anos.

Os impactos negativos da pesca predatória já é discutido por especialistas há anos, dentre eles, os pesquisadores D. Pauly e Villy Christensen, ambos da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, que já estão há anos alertando para os riscos da pesca excessiva e como ela pode desestabilizar o ecossistema do planeta. A interferência do homem nos oceanos é muito assídua, e a pesca modifica de forma bastante profunda a cadeia trófica, a fluidez da biomassa e da energia do ecossistema. Além disso, essa interferência humana pode destruir a topografia dos habitats.

Para deixar o cenário pior, além da pesca, são despejados aproximadamente 400 milhões de toneladas de produtos químicos do tipo lama tóxica, solventes e dejetos industriais nos rios, mares e oceanos, de acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas). Somado a esses tipos de produtos, também são despejados fertilizantes em uma área equivalente a 245 mil quilômetros quadrados, responsável por mais de 400 zonas mortas no oceano.

Ao decorrer de uma de suas campanhas em prol do meio ambiente e dos oceanos, a Sea Shepherd, uma organização de conservação especializada na vida marinha, observou que uma simples sacola plástica que aos olhos de muitos parece inofensiva, é responsável pela morte de vários animais marinhos por asfixia nos mares e oceanos do mundo todo.

Um dos problemas recentes é o grande número de máscaras descartáveis e luvas descartadas de forma incorreta, que vão parar em praias, mares e oceanos. Devido ao surgimento do surto de coronavírus na Ásia e logo em seguida o surto do vírus ao redor do mundo, a quantidade de máscaras descartadas de forma incorreta foram notícias entre março e abril deste ano, mostrando o descarte incorreto do produto próximo a Hong Kong.

Vieses cognitivos que todo profissional de marketing precisa conhecer

Pessoas racionais (ou seja, confiando na lógica e no senso comum) são facilmente persuadidas a tomar uma ação lógica ou tomar uma decisão racional. Infelizmente, muitas vezes os visitantes de seus negócios são pessoas completamente irracionais, e as distorções emocionais e cognitivas do pensamento humano tornam o comportamento desses visitantes também imprevisível.

Surge uma questão bastante complicada: como convencer efetivamente quando uma pessoa é tão fortemente influenciada por fatores subjetivos (e contextuais)? Não existe uma resposta única e não, mas em nenhum caso você deve desistir. A primeira coisa a fazer é entender a essência da psicologia cognitiva.

O que é viés cognitivo? Distorção cognitiva é a tendência de pensar de uma certa maneira estreita, o que geralmente leva a um desvio do pensamento baseado na lógica. Esse aspecto foi amplamente estudado em psicologia e economia comportamental e está presente em todas as áreas de nossas vidas. As distorções cognitivas afetam a maneira como compramos, vendemos, nos comunicamos com amigos, pensamos, sentimos etc. Se, em algumas situações, você se sentir mais culpado do que deveria na opinião de outras pessoas, haverá uma distorção egocêntrica. Se você começou a trabalhar remotamente (como freelancer) e se sente como um iniciante, é influenciado pelo efeito “pior que a média”.

Os vieses cognitivos afetam a forma como seus visitantes percebem seu site, o que eles pensam sobre ele e quais emoções ele causará. O mesmo vale para o seu produto, marca, empresa. Os vieses cognitivos têm um impacto direto na taxa de conversão, se seus clientes se tornarão os chamados defensores da marca ou informarão e aconselharão seus amigos e conhecidos.

Obviamente, o viés cognitivo também afeta você. Eles afetam sua capacidade de realizar testes racionalmente, sua capacidade de analisar os resultados e notícias, tirar conclusões objetivas etc.

Se você acha que tudo isso não é sobre você, é influenciado pelo efeito de viés, que permite que você se veja menos suscetível à distorção cognitiva do que outras pessoas.

Depois de saber mais sobre os vários vieses cognitivos, você pode limitar a influência deles na percepção e no pensamento de seus visitantes (e dos seus).

Banco Central do Brasil registra recuo de 9,73% na economia em abril de 2020

De acordo com notícias divulgadas no dia 18 de junho deste ano pelo BC (Banco Central), o nível de atividade econômica no Brasil teve um recuo de 9,73% em abril. Os dados foram levantados por meio do indicador IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) do BC. O indicador utilizado para medir o recuo da atividade econômica no país considerou uma comparação de dados com o mês anterior, além de ser utilizado como uma importante prévia do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

Esse resultado reflete consideravelmente os efeitos negativos da pandemia de covid-19 na economia brasileira, que foram mais sentidos a partir da segunda quinzena do mês de março deste ano. Os números divulgados foram calculados depois do ajuste sazonal, servindo de compensação na comparação entre os períodos avaliados. Segundo informou o BC, esse recuo foi o maior observado por meio do indicador desde o começo da série histórica, iniciada em janeiro de 2003, algo inédito nos 17 anos de observação do indicador.

Março de 2020 foi o primeiro mês de impacto negativo na economia devido à pandemia de coronavírus, e o IBC-Br já havia registrado uma forte retração de 6,16% ao comparar os resultados obtidos no mês com fevereiro deste ano. Anterior a isso, o recuo de -3,96% registrado em maio de 2018 foi considerado o maior antes da pandemia de coronavírus.

Na comparação realizada com o mês de abril de 2019, o BC explica que o índice de atividade econômica teve uma forte queda de 15,09%. Neste novo resultado, o cálculo estabelecido não considerou o ajuste sazonal, considerando períodos iguais.

No acumulado entre janeiro e abril deste ano, o banco explica que o índice apontou um recuo de 4,15%. Já no acumulado dos últimos 12 meses até abril deste ano, a queda apontada pelo indicador foi de 0,52% antes da divulgação do PIB – sem o ajuste sazonal.

No dia 13 de maio deste ano, foram divulgadas estimativas de recuo de 4,7% do PIB de 2020, considerando como base as medidas de isolamento social que deixaram de ser rigorosas no final do mesmo mês.

Grande blogueiro americano vê 90% dos acessos de seu site caírem

O americano Matthew Kepnes, 38, tem um grande blog de viagens que recebia mais de 1,5 milhão de acessos por mês. O blogueiro viu mudanças drásticas depois do início da pandemia do coronavírus. As notícias se espalhavam em uma velocidade rápida sobre os perigos de morte que uma pessoa infectada pode sofrer. Em decorrência da interrupção dos serviços de viagem, Matthew viu o seu blog perder 90% dos acessos.

Quando estava em fevereiro, em Taiwan, o blogueiro começou a sentir a seriedade do vírus. O país em que estava, tentava impedir a pandemia sem isolamento social, o que causou diversas polêmicas sobre a medida que afetam a economia.

Depois que saiu da Ásia, ficou poucos dias em Paris, parou em Nova York e finalmente chegou em Austin, capital do Texas. Quando já estava em casa, vieram os sintomas típicos do coronavírus: febre, dores no corpo, tosse forte e mal-estar. Ele pagou o teste do exame que custou 40 dólares em um hospital particular. A confirmação da doença veio no dia 15 de março. Antes do exame, Austin afirma que não foi fácil encontrar informação sobre os procedimentos adequados em caso de infecção.

O blogueiro é autor do livro How To Travel The World on $50 a Day – Travel Cheaper, Longer, Smarter, que já foi best-seller do New York Times. O seu faturamento anual como blogueiro é de aproximadamente US$ 750 mil, segundo a prestigiada revista Forbes. A renda vem principalmente de marketing de afiliados, que fazem parte das reservas de hotéis e voos, aluguel de carros, seguros, entre outros ganhos.

O blog de Matthew teve uma queda brusca, por isso, os custos da manutenção estão sendo enxugados para suportar as despesas até o final do verão, que no hemisfério norte vai até setembro. Enquanto não é possível mostrar a viagem mais recente, o blog vai contando histórias de viagens que já aconteceram para inspirar os visitantes da página.

O blog Nomadic Matt está lançando um plano mensal de US$ 3 a US$ 10 para proporcionar acessos a postagem inéditas, lives, entrada grátis a conferências, guias de viagem, entre outras vantagens para reduzir o impacto negativo nas finanças.

No Brasil, o consumo per capita de vinho sempre foi relativamente baixo, mas agora está crescendo

A companhia do empresário Duda Sirotsky Melzer está lucrando, tornando mais fácil para seus clientes serem melhores bebedores de vinho; educando-os, por exemplo, sobre quando beber vermelho ou branco, ou explicando como ter uma boa experiência ao convidar amigos. Ele instituiu uma assinatura em que todos os meses um cliente recebe algumas garrafas, escolhidas após uma pesquisa sobre seu estilo de vida. Essas práticas simples podem mudar completamente o padrão de consumo de vinho em um país.

Existe uma enorme correlação com o crescimento da classe média. Mas mesmo quando a economia desacelera, o consumo de vinho permanece resiliente. As pessoas têm menos renda disponível para viajar ou fazer coisas mais caras, então compram cosméticos e recebem caixas de vinho.

Outro exemplo de empresas de médio porte preparadas para o crescimento são os provedores de Internet que estão começando na América Latina. O acesso à Internet é inacessível em áreas remotas. É diferente dos EUA, que já possuem uma vasta rede de TV a cabo. As empresas americanas não [obterão] muito retorno do investimento em fibra óptica para o lar. Mas as economias emergentes o farão.

Um desafio para as empresas brasileiras é desenvolver marcas globais que possam ter sucesso na América do Norte, Europa e Ásia. É parcialmente uma questão de mentalidade. Essas empresas do mercado intermediário, em particular, precisam ter disposição e energia para pensar globalmente. Não há mais razão para eles pensarem do ponto de vista da fronteira; os consumidores em nossa região e em todas as regiões têm muita mobilidade e têm acesso a produtos em todo o mundo. Se um cliente mora em São Paulo, Nova York ou Tóquio, isso não importa. Existem algumas empresas brasileiras que começaram a desempenhar um papel global, como a [empresa de cosméticos] Natura e a

[empresa de private equity]

3G Capital – ambas grandes empresas. O empresário Duda Melzer vê o mercado intermediário cheio de oportunidades fantásticas, oportunidades que ajudarão essa nova geração de negócios a adotar uma visão mais global do mercado.

Entendemos como a indústria da mídia funciona e acreditamos que a única maneira de nos diferenciarmos é nos especializando em questões locais. Ninguém conhece o futebol melhor do que nós em nossa região. Ninguém conhece melhor a economia brasileira, sua política, suas previsões do tempo e os problemas nas ruas. As pessoas vêem o valor de ter notícias e entretenimento de alta qualidade com conexão a um mercado específico. Como espectador, por mais que você esteja preocupado com o que está acontecendo no mundo em geral, o que realmente importa para você é a conversa sobre a cidade onde você mora. Se você é um fã de futebol, tem alguém que pode contar uma história sobre a Copa do Mundo com um ângulo local proprietário, o que dá legitimidade ao meu canal. O empresário Duda Melzer sabe o que te motiva, o que faz seu coração bater de uma certa maneira.

Cancelamentos de viagens perderão força com os avanços dos dias

Ninguém quer adiar aquela sonhada viagem, muito menos as companhias aéreas que lucram com cada passageiro em seus voos. Antes as empresas cobravam por cada excesso de bagagem que os passageiros levavam, muitos tomavam sustos pelos preços cobrados e até mesmo pela falta de informação sobre as cobranças. Hoje as empresas aéreas lamentam a crise do coronavírus porque nem excesso de bagagem, nem passageiro estão dando lucro.

De acordo com a Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo), a crise do coronavírus teve um impacto no turismo de R$ 3,9 bilhões de reais, aproximadamente 25% do que foi faturado no ano passado. No Brasil, a associação é responsável por 90% das viagens destinadas a lazer.

Desde que a quarentena teve o seu início do mês de março, os negócios começaram a parar, o que afetou drasticamente as vendas. O setor de turismo, então, se tornou um dos ramos mais prejudicados na crise.

Os dados da associação revelam más notícias, pois 45% das empresas tiveram 10% do faturamento que foi registrado no mês de março do ano passado. Outros 45% das empresas não conseguiram fechar uma venda no mesmo mês. Apesar das quedas nas vendas, no início do mês alguns destinos permaneceram sendo buscados, os internacionais foram proibidos em alguns países. 98% das empresas tiveram que amargar cancelamentos e mais de um terço tiveram o impacto negativo alto de cancelamentos, chegando de 75% a 100%.

Aproximadamente um terço dos clientes receberam reembolso dos serviços cancelados à vista, alguns terão que receber em um tempo de carência o reembolso, enquanto outros tiveram que optar por uma carta de crédito, e 10% receberá de maneira parcelada ou negociada. As renegociações tiveram conclusões amigáveis em 96% dos casos, o que dispensou a intermediação de órgãos como o Senacon e o Procon.

Previsões sobre o coronavírus esperam que tudo esteja normalizado a partir de agosto, no entanto, essa avaliação pode mudar para melhor. Os cancelamentos de viagens podem permanecer com 26,9% das reservas para o segundo semestre de 2020. Em 2021, o nível cai para 3,8%. Depois da crise, a tendência é a procura reprimida volte a alavancar o setor do ramo turístico.

Como funciona o marketing visual nas redes sociais: estatísticas e estudos.

Os números de pessoas nas redes sociais crescem a cada dia e para empresários é importante que suas estratégias para conversão de tal tipo de usuário estejam em dia. O conteúdo é uma forma bastante própria para redes sociais, dependendo de qual for usada existem certos formatos mais específicos.

As mídias sociais são com certeza um dos pilares para construção de seu marketing digital. Mesmo muitas vezes não gerando vendas a autoridade e publicidade que você acumula, utilizando de certos artifícios, provoca grande crescimento em suas perspectivas em um mercado qualquer.

Considerando as principais redes sociais podemos citar o Instagram. O conteúdo visual é muito importante para essa plataforma. 75% dos usuários interagem após ver um conteúdo visual nessa rede e mais de 40% dos consumidores se sentem mais seguros para comprar nesses sites. As postagens no Instagram que possui rostos são as preferidas pelas pessoas que fazem parte da rede, geralmente são 38% mais curtidas e 32% mais propensos a serem comentadas.

Mais de 90% das postagens mais atraentes do Facebook estão ligadas ao conteúdo visual, principalmente fotos. Logos os dados dessa rede podem superar a expectativa de muitos empresários, já que, em 2021 é provável que uma grande quantidade de conteúdo seja postada em vídeos.

O Twiter, por sua vez, revela um mercado bastante atrativo para empresários. Além da facilidade em mesclar linguagem formal e informal, a Kissmetrics, revelou que mais de 150% dos usuários usam mais retweters, quando existem imagens.

Outras redes como o LinkedIn, trabalham com uma menor quantidade de imagens, pois o conteúdo formal não permite o uso exacerbado de certos recursos. Por ser uma rede profissional, tanto a imagem que você cria para sua empresa, como as pesquisas que sua empresa faz com base nos funcionários que estão alocados nessa plataforma é importante para consolidar sua marca.

Os negócios que muitos empresários pretendem abrir cada dia mais depende da quantidade de conteúdo que é postado e desenvolvido por seus profissionais, o audiovisual cresce cada vez mais nesse cenário.

As imagens no marketing visual: como esse segmento se comporta em 2020.

O marketing de conteúdo é complexo e abrangente, várias alterações podem mudar o significado da sua empresa para os clientes e, portanto, é muito importante para os empresários que seus profissionais saibam lidar com todos os tipos de formatos de conteúdo.

As imagens apresentam uma concentração de dados muito relevantes. A maneira do público ver o que estar inserido nas páginas de seu site é tão importante para as o marketing digital que é imprescindível investi certo tempo da sua jornada de trabalho para isso. O SEO On-Page depende de vários fatores, o uso de imagem depende deles, assim como no e-mail marketing e em diversos outros recursos para que seus negócios prosperem na web.

O reconhecimento de uma marca depende muito forma como ela é feita, nesse caso, literalmente. Quando você vai criar aquela imagem para servi de entrada para sua empresa, o uso de cores pode servi bastante para destacar a sua empresa. Pesquisas mostram que esse reconhecimento acontece em 80% dos casos, além de poder aumentar a atenção dos usuários em 82%, ou seja, apenas as cores podem marca uma equivalência enorme no destino de seus negócios.

Para algumas empresas como a maioria das escolhas que seus clientes fazem tem a ver com o uso de cores.

Nas redes sociais esses recursos auxiliam de uma forma bastante pragmática. As postagens que apresentam um número de palavras pequenas junto com algumas imagens tem mais compartilhamento que textos enormes, ou conteúdos apenas visuais.

Além disso os blogs ganham destaque nesse tipo de conteúdo. Segundo um estudo da DPM, o trafego nos blogs podem aumentar em 48% se for inserido vídeos ou imagens, sendo também, uma boa forma de melhorar o SEO On-Page.

O e-mail marketing também é uma ferramenta que se beneficia de todo o marketing visual. Tanto com relação a vídeos como imagens é mais fácil divulgar sua marca a parti do uso de formatos distintos que tenham uma certa proximidade com a fluência do conteúdo.